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O STAE foi publicar dados que indicam que em apenas três dias, foram inscritos cerca de 122 mil eleitores em Gaza


Será que em três dias foram inscritos 122 mil eleitores em Gaza?

O STAE publicou dados de todos os eleitores inscritos até 1 de Maio (17dias após o início do recenseamento). Surpreendentemente,os mesmos revelaram uma subida significativa em relação aos dados anteriormente publicados até o dia 28 de Abril (14 dias após o início do recenseamento).




Se comparados, estes dois dados indicam que, em apenas três dias da semana finda, 126 mil eleitores foram inscritos na província de Gaza e 59 mil foram inscritos na Zambézia. 


Estas são as províncias com que tinham os mais baixos níveis de recenseamento desde o início do processo.

CIP

Renamo exige demissão do director geral de STAE


A Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique, exige a demissão imediata do director geral do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), Felisberto Naife.
v A posição foi expressa pelo mandatário da Renamo, André Majibire, em conferência de imprensa havida hoje, em Maputo, argumentando que os problemas que enfermam actualmente o processo de recenseamento revelam incompetência e negligência comprovadas do STAE. 

Majibire disse que em quase todas as províncias ainda regista-se falta de painéis solares, cabos e inversores, bem como avarias constantes das poucas máquinas e impressoras existentes. 

A Renamo acusa ainda os secretários de bairros e líderes comunitários de interferir no processo de recenseamento nas províncias de Niassa, Cabo Delgado, Nampula, Zambézia, Tete, Sofala. 

“Elaboram listas com base nas quais as pessoas devem ser recenseadas e uma vez esgotadas, os brigadistas desligam as máquinas alegando avaria das mesmas, obrigando as pessoas a voltarem a casa sem se inscrever”, disse.

Afirmou que há casos em que os postos de recenseamento funcionam nos quintais de líderes comunitários, alegadamente para controlar as pessoas que se vão recensear e alega que se trata de uma orientação emanada pelos comités do partido Frelimo para excluir, deste processo, o maior número possível de membros e simpatizantes do seu partido.

Segundo o mandatário da Renamo, em Niassa, nos postos de Nassengenge, Ngongoti, Badarila, Licole e Mapudje, só são permitidas recensear pessoas cujos cartões ou BI’s são entregues aos brigadistas pelos secretários de bairros

Em Ngauma, na mesma província, de acordo com a fonte, os líderes comunitários recolhem os cartões de 2013 ou de 2014, o mesmo acontece em Sanga e em Mazindaula, onde os fiscais da Renamo foram retirados dos postos porque, alegadamente, não foram credenciados.

Majibire disse ainda que em Mandimba, o chefe do posto administrativo de Liciete mandou retirar o posto de recenseamento porque as pessoas que pretendiam se recensear eram provenientes do Malawi. Neste distrito, existem oito postos inoperacionais. 

Em Cuamba, na região sul da província do Niassa, o recenseamento ainda não arrancou em Muitetere e Lúrio alegadamente porque os materiais ainda não estão a funcionar e, em Mecanhelas, as brigadas estão a funcionar nos quintais dos líderes comunitários.

No posto administrativo de Katapua, distrito de Chiúre, na província nortenha de Cabo Delgado, há 11 postos que ainda não funcionam, o mesmo acontece em Mocímboa da Praia. Existem também problemas do mesmo género nos distritos de Mocuba, Morrumbala, Milange Gilé, Pebane e Inhassunge, na província da Zambézia, e nos distritos de Macanga, Marávia e Zumbo, em Tete, no centro do país.

Face a este cenário que se vive um pouco por todo o país, com maior incidência nas regiões centro e norte, segundo Magibire, a Renamo apela a Comissão Nacional de Eleições e aos seus órgãos de apoio a se desdobrarem para desmantelar essas práticas que violam a legislação eleitoral. 

A Renamo também pede o envolvimento do Corpo Diplomático acreditado em Moçambique, Conselho Cristão de Moçambique, Comunidade Muçulmana e outros organismos, para que se envolvam no processo, como forma de garantir eleições livres justas e transparentes. 
(AIM)
MAD/sg

CNE e STAE garantem ter tudo a postos para a votação


A Comissão Nacional de Eleições (CNE) e o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) chamaram a imprensa, esta segunda-feira, para elogiaram o comportamento dos munícipes e os partidos políticos por aquilo que apelidaram de uma melhores campanhas eleitorais de sempre. O porta-voz da CNE disse, na conferência de imprensa, que a campanha havia sido ordeira e pacífica para o agrado dos órgãos eleitorais apesar de incidentes registados em alguns pontos do país, sendo o mais grave o da cidade de Tete onde pelo menos 13 pessoas ficaram feridas, outras 12 foram detidas e ainda houve registo de avultados danos materiais no confronto entre os membros da Frelimo e da Renamo. Outro Incidente lamentado pelos órgãos eleitorais foi a vandalização da sede do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral no Distrito do Ile, província da Zambézia, em que indivíduos até aqui a monte se apoderaram de 15 urnas de votação e 24 coletes de membros das mesas de votação.
“Não sabemos o que pretendem fazer com este material”, lamentou Felisberto Naife, Director-geral do STAE.
Até esta segunda-feira, já haviam sido acreditados no país mais de cinco mil observadores eleitorais nacionais e duzentos estrangeiros, e pouco mais de 1000 mil jornalistas entre nacionais e estrangeiros foram igualmente acreditados. Foi terminada com sucesso a formação de cerca de 38213 membros das mesas de votos para poderem trabalhar nas 5459 mesas de votos instaladas nas cinquenta e três autarquias.
Os órgãos eleitorais dizem que a legislação em vigor que permite a presença dos membros dos partidos políticos em todos momentos do processo ajuda bastante a dissipar o clima de desconfiança que reinava entre os partidos concorrentes e que estão criadas condições de segurança para os materiais de votação com a participação de todas as partes interessadas.
Foram pouco mais de seis milhões de eleitores recenseados na última campanha de recenseamentos eleitoral, contudo, apenas pouco mais de quatro milhões terão direito de votar nestas eleições autárquicas. Questionado se tal situação não iria criar confusão entre os eleitores, o director-geral do STAE esclareceu que durante o processo de recenseamento, todos os eleitores foram esclarecidos sobre quando iriam votar, pelo que já estavam informados, quer os que podem votar agora, como os que só terão direito em 2019.
O porta-voz do CNE disse ainda que nestas eleições não é permitido entrar na cabine de votação com telemóveis ou máquinas fotográficas e que não será tolerada a presença de eleitores que já tiverem exercido o seu direitos de voto nos locais de votação, tal como aconteceu nalgumas cidades nas eleições passada o que culminou com alguma confrontação com as autoridades policiais.
Falou também dos incidentes violentos de Tete, tendo afirmado que não iriam alterar o calendário das actividades eleitorais naquela província, contudo iriam implicar o reforço das medidas de segurança.



STAE denuncia candidatos não aprovados nas mesas de voto na Beira


O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral na Beira não cumpriu a garantia de concluir a afectação dos membros das mesas de voto até a 06 horas desta terça-feira e, mais uma vez, parte dos 1 528 MMV´s concentraram-se na delegação a busca de respostas.
O Director-adjunto do STAE, João Mateus, que representa a Renamo, denuncia que durante a verificação das listas foram encontrados candidatos que não foram aprovados na formação, que terminou sábado último.
“Temos algumas listas do IFP da Manga que não foram submetidas, mas tem pessoas que foram apuradas e que não passaram pela entrevista outras chumbaram e já são secretários das mesas”, disse Mateus.
Indignados os candidatos falam de comportamentos suspeitos durante a formação e temem que o atraso comprometa o seu trabalho.
O Director do STAE justifica a demora pelo atraso na recepção das listas dos formadores. Diz que a prioridade é a afectação dos MMV´s e só depois serão verificadas as supostas irregularidades.


 

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