Mostrando postagens com marcador PR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PR. Mostrar todas as postagens

Veja a Carta que escreveram para Nyusi.


Excelência

Primeiro subscrevo desta maneira porque não tenho outra forma para fazer chegar está pequena carta, podendo desta feita sauda-lo.

Agradece por tudo quanto o senhor vem fazendo desde a tomada de posse, o senhor tem sido uma valia aos olhos dos teus companheiro e isso queremos agradecer.
Agradecer por colocar Moçambique na vista do Mundo, agradecer por sermos conhecido no Mundo como país que nem DEVE nada, agradecer hoje pela linda notícia do MEU TIO CHANG estar de voltas a terra em que lhe viu a nascer.
Já vivemos pessímos tempos do TIO CHISSANO, porque naquele tempo nem éramos conhecidos, tudo acontecia por aqui mesmo, e hoje quando estou de malas aviadas a Finlândia, Estados Unidos sou aplaudido por ser também igual ao senhor, e tenho recebido a devida atenção, onde um esquadrão de investigadores procuram estudar a minha personalidade, porque sabem que a minha saída do país deles pode trazem um FALTA num BEM TANGIVEL ou INTANGÍVEL que eles tem.
Também quero lhe agradecer muito por aqueles que nem tem vozes para tal, em agradecer pelas lindas coisas que temos vistos aqui em Moçambique sem precisarmos de sair para EUA, pelos lindos carros e luxuosos do meu irmão FLORINDO tem nos mostrado.
Sabe senhor Presidente, antes do senhor chegar a presidência eu nem conhecia FLORINDO, mas quando vi o senhor na presidência passei a conhecer o FLOR-LINDO nas nossas faras. Isso eu agradeço meu senhor.
O senhor nem sabe quão es FAMOSO por mundo fora, QUEM TE VIU, QUEM TE VÊ senhor presidente, mas uma e única coisa que tenho que te alertar é que o povo está mais feliz porque sabe que em OUTUBRO deste ano vai alegrar a sua família novamente, porque eles gostam de ver o senhor como PRESIDENTE dessa nação, razão pelo qual somos fies desde época do TIO MACHEL, quando tornou-se presidente da República Popular, mas agradecemos.
Não queremos esquecer também que o povo de CABO DELGADO, por coiscidência uma parte do teu tesouro quer agradecer muito pelas soluções que o senhor vem dando aquele povo que NEM MORRE, nem sofre ASSASSINATOS, eles pediram-me que enderessasse os agradecimentos ao senhor presidente, pela ajuda que vem fazendo a eles..
Um segredo senhor presidente! “ Este povo diz que vai pagar as dívidas ocultas, não fique preocupado com eles, eles estão a brincar com o senhor, kkk eu conheço-os bem!”. Por isso fique relaxado porque somos assim, gostamos de brincar um pouco com nosso lider...
Senhor presidente, queremos agradecer pelos LINDOS AVIÕES que o senhor TEM, e também agradecemos pelas BISCICLETAS que o senhor comprou para o povo de ZAMBEZIA, TETE, NAMPULA E NIASSA, tem sido lindo aqueles meios de transporte.
Com tantas coisas por falar, só posso terminar por aqui e que um dia o senhor não irá se arrepender de nada daquilo que eu disse porque somos quietos e atencioso por tudo aquilo que está acontecendo.
VIVA A # FRELIMO os QUE FAZEM... e os que FIZERAM...
DESPEDIDA
Bem Vindo Tio Manuel Chang, deixa que o povo fale, eles esquecem que tudo feito por senhor era para tornar Moçambique mais conhecido e famoso no mundo.. eles são ingratos... Povo Ingrato esse, e “NEM SABEM ESCOLHER POLÍTICOS”..
• Meu povo não se esqueçam do mês de Outubro deste ano temos que ELEGER OS QUE TORNAM FAMOSO NOSSO PAÍS, E QUE FAZEM DESSE PAÍS MUDANÇA...
Por: #Respeitem_Meus_Pensamentos (Crônica de Povo Inteligente)

No Eswatini um homem deve casar duas Mulheres e quem se opor poderá ser preso a Perpétua, segundo Eswatini III



O Rei Mswati III de Eswatini declarou que os homens, a partir de Junho de 2019, deverão casar pelo menos duas ou mais esposas ou ser presos se não o fizerem, segundo noticiou o site mozmundonoticia.
O rei, que tem 15 esposas e 25 filhos, enquanto seu pai e seu antecessor tem mais de 70 esposas e mais de 150 filhos revelaram que Eswatini está a enfrentar um problema muito sério, pois há mais mulheres do que homens em seu país.


Homens do reino de Eswatini são, portanto, obrigados e devem tomar mais esposas para que toda mulher tenha um marido. O país que é conhecido por ser cheio de virgens, também é dito ter mais mulheres do que homens.

Em um comunicado, o rei Mswati pediu que todos os homens do país se casassem com pelo menos cinco esposas e, garantiu que o governo pagaria pelas cerimónias e compraria casas para eles.

O rei Mswati advertiu que qualquer homem ou mulher que se oponha à decisão "enfrentará uma sentença de prisão perpétua".

Machel Jr. pede suspensão de Nyusi da liderança da Frelimo


Foi a 26 de Março que Samora Machel Júnior, ou simplesmente ”Samito”, apresentou a sua defesa por escrito ao instrutor do processo disciplinar, Francisco Valente Cabo. Homem de poucas palavras no discurso oral, Samito mostrou o contrário no documento de 40 páginas, excluindo os anexos.
Na longa e demolidora resposta, o membro do Comité Central e filho do primeiro Presidente de Moçambique começa por discutir os procedimentos para a abertura do processo disciplinar. Com objectivo é único: mostrar que houve violação dos Estatutos da Frelimo.
E uma das disposições violadas, porque há tantas, é o número dois do artigo 44 do Regulamento dos Estatutos da Frelimo, que dispõe que “a instauração do processo disciplinar é determinada pelo órgão a que o membro pertence ou pelo respectivo secretariado e é instruído pelo Comité de Verificação”.
Na resposta, ele diz que quem determinou a abertura do processo disciplinar não foi o Comité Central, órgão a que pertence, ou o respectivo secretariado, mas sim o secretário-geral da Frelimo. E diz mais: quem instruiu o processo não foi o Comité de Verificação do Comité Central.
Além da falta de competências do órgão que ordenou a abertura do processo disciplinar e daquele que o instruiu, Samora Machel ataca também o incumprimento dos prazos do processo. Por exemplo, faz notar que a produção de provas, a elaboração da nota de acusação e a entrega da respectiva cópia foram feitas antes da sua audição.
Sobre o conteúdo da acusação, ele nega que tenha se apresentado aos órgãos eleitorais como membro da AJUDEM, a associação juvenil que suportava a sua candidatura a edil de Maputo. Assume que estava inscrito na lista da AJUDEM para concorrer como cabeça-de-lista. E justifica a aceitação do convite: “As candidaturas apresentadas constituíam um grupo de cidadãos que pretendiam concorrer para travar uma luta contra a corrupção na autarquia de Maputo e introduzir políticas mais inclusivas e democráticas”. E para sublinhar a nobreza da causa, faz um comentário mordaz para a actual liderança da Frelimo: “O meu partido, o partido de Mondlane, de Machel, de Chissano e de Guebuza não pode ver nenhum mal nesse desejo”. A exclusão do “partido de Nyusi” não é de todo fortuito. Mas lá chegaremos.
Voltando à resposta, Samora Machel Júnior diz que foi o único candidato a cabeça-de-lista da Frelimo para a cidade de Maputo proposto por todos os comités distritais e que a sua candidatura foi apurada com o cumprimento de 100 % dos requisitos exigidos pelo partido.
“O secretariado, alegadamente por instruções do camarada Presidente do partido e do secretário-geral, seleccionou os nomes de Eneas Comiche (aparentemente proposto apenas pelo distrito de KaNyaka), António Sumbana Júnior e Razaque Manhique”. “Para alguns foi necessário recorrer à fraude, em vários órgãos, incluindo no secretariado do Comité da Cidade”, para reunir os requisitos.
O acusado diz que pediu explicações sobre a sua exclusão ao Secretariado do Comité da Cidade, mas nunca as teve.
 “Dentro da mais séria disciplina partidária, depois de inúmeras insistências, falei com o camarada Francisco Mabjaia, então Primeiro Secretário do Comité da Cidade, que me disse ter sido uma decisão dele, mas nunca me explicou os fundamentos desta decisão pessoal”. 
Inconformado com a resposta, Samito foi bater à porta de Joaquim Chissano e Armando Guebuza, antigos dirigentes do partido, e de Filipe Paúnde e Tomaz Salomão, dois membros da Comissão Política. Foi com esses membros seniores da Frelimo que abordou a sua exclusão. Sobre os detalhes das conversas, diz que não os vai revelar por uma questão de princípios.
Se lá as portas se abriram, o mesmo já não se poder dizer em relação às portas de Filipe Nyusi e Roque Silva.
“Nunca consegui falar, apesar de insistentemente o solicitar por todos os meios disponíveis, com o camarada Presidente do Partido, (mesmo) indicando trata-se de um assunto importante”, escreve Samora Machel Júnior, rebatendo a acusação de que não usou os meios apropriados para apresentar a sua reclamação.
“Se um Presidente da Frelimo e o Secretário-geral não aceitam receber ou ouvir um membro do Comité Central não se pode pensar na hipótese de cumprirem o artigo 13 dos Estatutos”, que versa sobre os deveres especiais do membros e dirigentes de órgãos do partido.
E começa a contra-atacar: “Eu candidatei-me pela AJUDEM quando ficou que o Partido e os seus mais altos dirigentes (Presidente e secretário geral) não cumprem as directivas e os estatutos”; “Eu candidatei-me pela AJUDEM quando ficou claro que o Presidente e o secretário-geral pensam que a Frelimo é a sua vontade”; “Eu candidatei-me pela AJUDEM porque muitos camaradas nela filiados queriam que concorresse”.
E justifica que não precisou da autorização dos órgãos competentes da Frelimo para concorrer, porque a AJUDEM não é um partido político nem uma organização associada ou dependente de um partido político.
V
Sobre a exclusão da lista da AJUDEM pelos órgãos eleitorais, Samito é explosivo: “Tenho provas cabais de terem existido muitos crimes e ilícitos eleitorais, com autores morais e materiais identificáveis, para a exclusão da AJUDEM junto da Comissão Nacional de Eleições.”
E porque a acusação diz que o ilícito disciplinar por ele cometido é passível da pena de expulsão do partido, Samora Machel responde afirmando que a medida resulta da campanha contra a democracia e contra as regras instalada na Frelimo por Filipe Nyusi e Roque Silva.
E questiona: “Quem, depois desta expulsão, continuando membro da Frelimo, ousará levantar-se contra a indisciplina dos dirigentes e à desobediência destes aos Estatutos e demais normais partidárias”. “Aliás, quem hoje se atreve a dizer que a candidatura do camarada Filipe Nyusi a candidato a Presidente da República está fora dos Estatutos da Frelimo”. Samora Machel Júnior lembra que não compete ao Congresso proclamar candidatos às eleições, pois estes só podem ser eleitos por voto secreto. “Se todos sabiam que as eleições no partido efectuam-se por escrutínio secreto, porquê é que não houve uma só voz que se levantasse contra essa agressão aos Estatutos”, questiona.
Além de defender a nulidade do processo, o filho de Samora defende que o Presidente da Frelimo e o secretário-geral é que deviam ser acusados por violação dos Estatutos e por “não permitir que os membros do partido detenham da mais ampla liberdade de crítica e de opinião; não estimularem o diálogo; ”.
Mais do que acusação, Samito vai mais longe e defende que Filipe Nyusi deve ser suspenso das funções do presidente da Frelimo. Assim mesmo. E justifica-se: “não defende a unidade e coesão internas; não garante o respeito pelos princípios da Frelimo; viola gravemente os Estatutos da Frelimo; não está a empenhar a sua magistratura moral e política”.
A resposta de Samito chegou ao instrutor do processo, com conhecimento do Presidente da Frelimo, secretário-geral, dos Presidentes honorários e do relator do processo (Filipe Sitoi).

Guerra entre Nyusi e Filho de Samora Machel - Acompanhe


Samora Machel Junior ("Samito"), filho do primeiro presidente de Moçambique, Samora Moises Machel, acusou o Presidente do partido da Frelimo, Filipe Nyusi, de "violação grosseira" dos estatutos da Frelimo, informa o jornal independente "Carta de Moçambique ”
Machel respondeu a uma recomendação de inquérito disciplinar, na qual os dois relatores (Francisco Cabo e Filipe Sitoe) disseram que ele deveria ser expulso da Frelimo devido ao seu comportamento durante as eleições municipais de outubro de 2018, onde ele foi candidato a prefeito de uma organização da sociedade civil, AJUDEM (Associação Juvenil para o Desenvolvimento de Moçambique).

Isto colocou Machel Junior contra o candidato oficial da Frelimo, Eneas Comiche, um ex-prefeito de Maputo e na altura da eleição o presidente da Comissão Parlamentar do Plano e Orçamento.
Machel tinha a intenção de concorrer como candidato da Frelimo, e afirma que, nos estágios iniciais das eleições internas do partido, ele gozava do apoio de todos os comités do distrito urbano da Frelimo. Mas o seu nome foi removido e a Comissão Política da Frelimo optou por Comiche como candidato.

Machel respondeu aceitando o convite da AJUDEM para se tornar o candidato a prefeito da Associação. Mas a Comissão Nacional de Eleições (CNE) desqualificou o AJUDEM porque não tinha candidatos suficientes para preencher todos os lugares disponíveis na Assembleia Municipal de Maputo. Os funcionários da AJUDEM responderam que isso foi porque pressionou seus membros a retirar seus nomes.Em sua defesa, contra a investigação disciplinar, Machel disse que ele era o único dos pré-candidatos a prefeito que cumpriu todos os requisitos do Partido. Apesar disso, ele foi excluído, nem Nyusi nem o secretário geral do partido, Roque Silva, lhe daria uma explicação.


Só então aceitou o convite do AJUDEM, porque ficou claro para ele que a Frelimo e os seus principais líderes não estavam a cumprir as directivas internas do partido.
A acusação principal contra Machel é que ele violou um artigo nos estatutos da Frelimo que afirma que nenhum membro da Frelimo “pode ser um candidato para qualquer função de outro partido ou organizações se associar ou depender deles sem a devida autorização dos órgãos competentes da Frelimo”.
Machel argumenta que isso não cobre a AJUDEM, que não é um partido político ou uma organização associada a um partido. "Nós não precisamos de autorização", afirmou.

Machel também disse que tem provas de que "crimes eleitorais" foram cometidos para garantir que a CNE desclassificasse o AJUDEM. A exclusão, afirmou, gozava de “a bênção da liderança da Frelimo a vários níveis”.

A acusação da audiência disciplinar também acusou Machel de violar a disposição estatutária sobre “Liberdade de Opinião e Crítica”. As pessoas que realmente deveriam enfrentar essa acusação, ele retrucou, são Nyusi e Roque Silva “por não permitir críticas, não estimular o diálogo e não reconhecer os direitos constitucionais dos membros”.


Machel alargou o âmbito do seu ataque, alegando que Nyusi era culpado de uma “violação grosseira” dos estatutos da Frelimo em Niassa, Nampula e na cidade de Maputo. Os estatutos dizem que os líderes do partido são eleitos democraticamente por voto secreto - mas os novos secretários provisórios da Frelimo em Niassa, Nampula e Cidade de Maputo não foram eleitos, mas simplesmente nomeados pela Comissão Política.

A acusação contra Machel também alega que ele falhou em seu dever de "defender os interesses nacionais" e "promover e consolidar a unidade nacional". Ele descreveu isso como “uma acusação vil” e sugeriu que era Nyusi quem deveria provar que cumpriu esses deveres.

Ele pediu ao principal órgão disciplinar do partido, a Comissão de Verificação do Comitê Central para verificar se Nyusi está defendendo a coesão interna e a unidade do partido, e até sugeriu que o Nyusi deveria ser suspenso por “grave violação” dos princípios da Frelimo.

Machel advertiu que, se for expulso da Frelimo, isso terá consequências negativas para a democracia interna do partido. “Depois dessa expulsão, quem ousaria criticar o comportamento dos líderes?”, Perguntou ele.

Este ataque do filho do primeiro presidente do país contra o atual presidente dificilmente pode ter vindo em pior hora, já que a Frelimo se prepara para as eleições gerais marcadas para 15 de outubro.
É provável que a defesa de Machel seja considerada na próxima reunião da Comissão de Verificação, que poderia tentar acalmar as coisas. Não é provável que seja discutido na reunião completa do Comitê Central, marcada para maio.

Fonte: AIM

Helena Taipo revelou que o dinheiro dos subornos também beneficiou Nyusi


Taipo disse (numa audição do GCCC), que o dinheiro também foi para a Frelimo para apoiar a campanha de 2014, que levou Filipe Nyusi ao poder

Já é noticia popular que a ex-embaixdora/Ministra está envolvida num grande caso escandaloso onde é suspeita de ter recebido luvas (subornos) de 100 milhões de meticais (1,4 milhões de euros) para favorecer empresas de construção civil e do setor gráfico em contratos com a Segurança Social, referiu fonte do Ministério Público moçambicano à Lusa em outubro de 2018.
serif;">Todos os factos remontam a 2014, quando Helena Taipo era ministra do Trabalho e nessa qualidade tutelava o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).

Desde a poucos dias atrás não param de surgir novas surpresas ligadas ao caso, por exemplo, segundo o "Savana" a ex-embaixadora, enviou um ofício a Nyusi, dois dias antes de ser exonerada, a pedir ao PR que faça o “melhor da sua sabedoria” para “garantir o funcionamento correcto dos órgãos de administração” segundo avança o “Savana”. 

Segundo o jornal, Taipo queixava-se de "violação dos direitos, liberdades e garantias individuais consagrados na Constituição da República", o que para ela colocava em causa o Estado de Direito Democrático.. Essas violações eram protagonizadas pelas instituições de administração da justiça, sobretudo o GCCC e o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM). 


segundo "Savana", no ofício dirigido a Filipe Nyusi, a ex-embaixadora referia que todos actos que praticou no INSS e que hoje configuram como crimes estavam em conformidade com a política de investimentos dos fundos do INSS, aprovado pelo governo; tinha cabimento orçamental para o INSS efectuar despesas e que havia no propósito conformidade com o princípio de legalidade para além de que todos os projectos arrolados no processo número 94/GCCC/17 – IP tiveram uma fiscalização preventiva do Tribunal Administrativo. 


De acordo com Savana, Taipo disse ainda (numa audição do GCCC), que o dinheiro também foi canalizado ao partido Frelimo para apoiar a campanha eleitoral das eleições de 2014, que levaram Filipe Nyusi ao poder. 

De acordo com savana, Taipo Termina o seu apelo referindo que todo dinheiro e património que possui nas províncias de Maputo, Nampula e Cabo Delgado foi adquirido legalmente.
Junto com Taipo estão mais 7 pessoas incluindo, Lúcio Sumbana, filho de Fernando Sumbana, um jovem empresário que é acusado de ter pago subornos à antiga ministra, para tirar benefícios a favor de uma das empresas de que é gestor.

Fernando Sumbana é membro sénior do partido Frelimo que durante vários anos fez parte da estrutura dos governos de Joaquim Chissano e Armando Guebuza, como ministro em várias pastas.

Dizem que a Frelimo Está A Afinar A Máquina Para Amealhar Bons Resultados Nas Eleições Gerais Deste Ano


O porta-voz da Frelimo, Caifadine Manasse diz que o partido está a afinar a máquina para amealhar bons resultados nas eleições gerais deste ano.
Caifadine Manasse trabalhou nos distritos de Alto-Molocué e Mocuba com militantes do partido.
Depois de resgatar o município de Gurué nas eleições autárquicas de 2018, o porta-voz do partido Frelimo citado pelo jornal O País, diz que na Zambézia os camaradas estão moralizados e por isso prometem bons resultados.
Caifadine Manasse apelou aos camaradas no sentido de se envolverem no processo de recebseamento eleitoral.Nos encontros que o porta-voz da Frelimo orientou, os membros encorajam o processo de pacificação no país.
 

Random Posts

3/random/post-list