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Conheça um dos principais motivos que levaram o Tribunal Superior de Gauteng a agendar para 13 de agosto a audiência sobre a extradição de Manuel Chang

“O tribunal confirmou hoje que a audiência está marcada para o dia 13 de agosto. As três partes, ou seja, os advogados do sr. Chang, o FMO e o Ministério da Justiça da [África do Sul] confirmaram e concordaram com a data e ficou assim marcada a audiência dos três pedidos para o dia 13 de agosto”, afirmou Denise Namburete.

O antigo ministro das Finanças de Moçambique, que se encontra detido desde 29 de dezembro na África do Sul acusado de fraude e corrupção internacional a pedido dos Estados Unidos, renunciou ao lugar de deputado à Assembleia da República e perdeu a imunidade inerente ao cargo, anunciou hoje a presidente do parlamento moçambicano, Verónica Macamo.
Numa petição enviada à justiça sul-africana, o atual ministro da Justiça e Serviços Correcionais da África do Sul, Ronald Lamola, afirma não compreender o pedido de extradição de Moçambique sobre Manuel Chang, porque o ex-ministro das Finanças goza de imunidade como deputado da Assembleia da República e ainda não é alvo de uma acusação formal. A posição de Ronald Lamola contraria a decisão do seu antecessor Michael Masutha, que tinha decidido pelo repatriamento de Manuel Chang para Moçambique em detrimento da pretensão da justiça norte-americana.
A detenção e pedido de extradição de Manuel Chang estão relacionados com o seu papel na prestação de avales do anterior Governo moçambicano para a contração de pouco mais de dois mil milhões de dólares de dívidas (mais de 1,7 mil milhões de euros) a favor de empresas públicas de segurança marítima e pesca, à revelia da Assembleia da República e do Tribunal Administrativo.

Ministro sul-africano da Justiça tomou a sua decisão, Manuel Chang será extraditado para Moçambique


O antigo ministro das Finanças, Manuel Chang, vai ser extraditado para Moçambique. A decisão foi tomada nesta terça-feira pelo Ministro sul-africano da Justiça, Michael Masutha. segundo informacoes de ultima hora pelo jornal O pais.



Caso ele não decidisse o assunto antes do dia 25, ele passaria às mãos do próximo ministro da Justiça, a ser nomeado pelo novo presidente da África do Sul.

Tanto os Estados Unidos quanto as autoridades judiciais moçambicanas entraram com processos judiciais contra Chang em conexão com o escândalo da "dívida oculta" de US $ 2,2 bilhões.


Manuel Chang foi detido na África do Sul desde o final do ano passado, a pedido de um tribunal dos EUA que o acusa de crimes financeiros no contexto das dívidas não declaradas em questão.

Ministro sul-africano promete decidir extradiçao Manuel Chang até 25 de Maio


O ministro sul-africano da Justiça e de Serviços Correcionais, Michael Masutha, promete decidir sobre a extradição do antigo ministro moçambicano das Finanças, Manuel Chang, até ao dia 25.

“O assunto ainda está administrativamente a ser processado pelo meu Ministério. Logo que os oficiais terminarem o seu trabalho, o assunto vai retornar à minha mesa e depois vou tomar a decisão”, disse o ministro depois de votar na quarta-feira, 8, acrescentando que a partir de agora não vai levar muito tempo.
Apesar de deixar o Ministério no dia 25, quando toma posse o novo Governo saído das eleições de ontem, Masutha lembra falta duas semanas.

“Se não finalizar o assunto antes de deixar o cargo, então vai depender de outro ministro e quem será esse ministro para fazer isso", sublinhou o responsável pela pasta da Justiça e Serviços Correcionais.
O antigo ministro das Finanças de Moçambique, Manuel Chang, foi detido na África do Sul em final de Dezembro de 2018, a pedido da justiça americana, e aguarda a extradição para Estados Unidos ou para Moçambique, de acordo com a decisão do juiz do tribunal distrital de Kempton Park.
Entretanto, a ministra moçambicana da Juventude e Desportos e membro da Comissão Política da Frelimo, Nyeleti Mondlane, que se encontra na África do Sul em missão partidária para observação das eleições, disse que para o caso de extradição de Manuel Chang o único lobby que pode fazer junto de dirigentes sul-africanos é que se respeite a justiça.
Chang é apontado como sendo o principal responsável pelo caso das chamadas “dívidas ocultas”, que, com a ajuda de banqueiros e empresários estrangeiros, e agentes moçambicanos, lesaram o Estado moçambicano em cerca de dois mil milhões de dólares.

O Ministro sul africano deu mais duas semanas no "inferno" a Chang e com possibilidade de aumentar mais




O ex-ministro das Finanças moçambicano e deputado Manuel Chang, da Assembleia da República, aguarda uma decisão do ministro da justiça sul-africano, Michael Masutha, sobre os pedidos de extradição de Moçambique e dos Estados Unidos da América.




Michael Masutha, na verdade, comunicou que poderá decidir sobre o caso de Manuel Chang até 25 de maio.




O ministro disse que os procedimentos administrativos ainda estavam em curso, seguindo o tribunal de Kempton Park submetendo o caso. O mandato de Mashutha termina em duas semanas, mas ele considera o tempo suficiente para decidir.




Caso ele não decida o assunto antes dessa data, ele passará às mãos do próximo ministro da Justiça, a ser nomeado pelo novo presidente da África do Sul.

Tanto os Estados Unidos quanto as autoridades judiciais moçambicanas entraram com processos judiciais contra Chang em conexão com o escândalo da "dívida oculta" de US $ 2,2 bilhões.




Pedida por um comentário, o membro da Comissão Política da Frelimo, Nyeleti Mondlane, disse esperar que a justiça faça uma análise justa e tome a melhor decisão.

Manuel Chang foi detido na África do Sul desde o final do ano passado, a pedido de um tribunal dos EUA que o acusa de crimes financeiros no contexto das dívidas não declaradas em questão. 

Caso Masutha não consiga decidir no prazo de duas semanas, não se sabe ainda qual será a sorte de Chang com o próximo ministro da justiça e nem quanto tempo levará  para este se decidir, portanto há possibilidade de Chang permanecer na África do sul por um pouquinho mais tempo.

Rádio Moçambique / O País

Finalmente vai se conhecer o veredito da extradição de Manuel Chang - Saiba Mais


O ministro sul-africano da Justiça e de Serviços Correcionais, Michael Masutha, promete decidir sobre a extradição do antigo ministro moçambicano das Finanças, Manuel Chang, até ao dia 25.

“O assunto ainda está administrativamente a ser processado pelo meu Ministério. Logo que os oficiais terminarem o seu trabalho, o assunto vai retornar à minha mesa e depois vou tomar a decisão”, disse o ministro depois de votar na quarta-feira, 8, acrescentando que a partir de agora não vai levar muito tempo.

Apesar de deixar o Ministério no dia 25, quando toma posse o novo Governo saído das eleições de ontem, Masutha lembra falta duas semanas.

“Se não finalizar o assunto antes de deixar o cargo, então vai depender de outro ministro e quem será esse ministro para fazer isso", sublinhou o responsável pela pasta da Justiça e Serviços Correcionais.

O antigo ministro das Finanças de Moçambique, Manuel Chang, foi detido na África do Sul em final de Dezembro de 2018, a pedido da justiça americana, e aguarda a extradição para Estados Unidos ou para Moçambique, de acordo com a decisão do juiz do tribunal distrital de Kempton Park.

Entretanto, a ministra moçambicana da Juventude e Desportos e membro da Comissão Política da Frelimo, Nyeleti Mondlane, que se encontra na África do Sul em missão partidária para observação das eleições, disse que para o caso de extradição de Manuel Chang o único lobby que pode fazer junto de dirigentes sul-africanos é que se respeite a justiça.

Chang é apontado como sendo o principal responsável pelo caso das chamadas “dívidas ocultas”, que, com a ajuda de banqueiros e empresários estrangeiros, e agentes moçambicanos, lesaram o Estado moçambicano em cerca de dois mil milhões de dólares.

PGR diz que Manuel Chang deve ser extraditado para Moçambique porque os crimes de que é acusado foram cometidos no País


A procuradora Geral Da República, Beatriz Buchili defende que o ex-ministro das Finanças e actual deputado da Frelimo, 


Manuel Chang, acusado de crimes financeiros deve ser extraditado para Moçambique e não para os Estados Unidos. Buchili defendeu este posicionamento quinta-feira (25/04/2019), no parlamento, durante a sessão de apreciação do seu informe anual sobre o estado da legalidade no país.

Manuel Chang é arguido num outro processo


O antigo ministro das Finanças de Moçambique Manuel Chang, procurado pelas justiças norte-americana e moçambicana no âmbito das dívidas ocultas, é também arguido num outro processo, disse hoje a procuradora-geral da República de Moçambique, Beatriz Buchili.
Beatriz Buchili afirmou que Manuel Chang terá de responder em Moçambique a dois processos, incluindo das dívidas ocultas, quando prestava na Assembleia da República a informação sobre a atividade da Procuradoria-Geral da República de 2018.
A magistrada não entrou em pormenores sobre o outro processo em que Chang é também arguido.
O Estado moçambicano, prosseguiu, acionou o pedido de extradição contra Manuel Chang junto das autoridades sul-africanas, para acautelar os interesses do país no esclarecimento dos contornos das dívidas ocultas.
Chang é também alvo de um pedido de extradição dos EUA no âmbito do processo sobre as dívidas ocultas, aguardando decisão da justiça sul-africana em relação aos dois pedidos.Sem mencionar nomes, Beatriz Buchili disse que dois antigos ministros são arguidos num caso de suposto recebimento de subornos por parte de uma empresa estrangeira para a construção de um aeroporto e de um terminal de carvão.Um outro processo de corrupção envolvendo um antigo governante tem a ver com a detenção, na semana passada, da antiga ministra do Trabalho Helena Taipo por alegado recebimento de subornos e apropriação indevida de recursos do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).
 

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