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Quase mataram Daviz Simango em Gaza, tentando fazer a sua campanha eleitoral, e a policia foi a protagonista desta acção


Daviz Simango enfrenta barreiras para trabalhar em Gaza
Ontem foi preciso empurrar um camião que barrava o acesso ao mercado de Xai-Xai para ter acesso ao interior do mesmo. E a caminho de Mandlakazi a caravana foi encurralada por viaturas da Frelimo. Neste caso depois de algum confronto físico e verbal, a polícia teve que intervir para repor a ordem.

"Eles sabiam da nossa rota e se programaram para nos bloquear. No mercado de Xai-Xai a Frelimo colocou um camião para impedir a nossa entrada. Tivemos que empurrar o camião para conseguirmos entrar e fazer campanha", disse um oficial de comunicação do MDM que fazia parte da caravana.

"Quando iamos a Mandlakazi tinham uns carros da Frelimo parados num cruzamento. Quando entramos numa picada em terra batida eles passaram a nos seguir. Afinal lá a frente tinham outros carros deles que haviam barrado a estrada. Um dos carros que vinha de atrás tentou encostar o carro que vinha o presidente. Foi preciso uma confusão para sairmos daquela situação. Estavamos bloqueados".
A polícia que estava distante da caravana se fez ao local da confusão minutos depois e repôs a ordem.
Hoje Daviz Simango trabalha em Chokwe e na Macia.

ATENÇÃO: Não seja influenciado com artistas de Moçambique eles são lambe botas



Não seja influênciado com artistas de Moçambique eles são lambe botas,,e fazem isso por ser pago,, bem pra o país mudar isso depende de ty creio qui tas há um bom tempo a sofrer,,por muitas coisas qui nem dá pra mecionar aqui nesse post e com tantas mortes qui nem da p mecionar também
No dia 15 vai tomar a sua decisão não digo pra quem deves votar mas você equi deve decidir pra o país mudar,,arisca logo pra vermos a diferença o poder tá nas tuas mãos.



Ultima hora: O cabeça de lista conhecido por “Refiller Boy” foi queixar contra membros da Frelimo que o agrediram e acabou detido



“Refiller Boy” foi queixar contra membros da Frelimo que o agrediram e acabou detido

Informacoes de ultima hora, pelo "Canalmoz", revelam que a Polícia da República de Moçambique (PRM) em Chókwè, província de Gaza prendeu, na tarde de ontem, o cabeça de lista do partido, Félix Silva, mais conhecido por “Refiller Boy”, numa clara situação de instrumentalização policial.
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Segundo o Canalmoz, tudo aconteceu quando a caravana do Partido Frelimo atacou, no bairro de Chilembene, a caravana do partido Nova Democracia, tendo inclusive quebrado o para-brisa da viatura de “Refiller Boy”. 
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Diz o "canalmoz" que membros da Nova Democracia levaram os agressores ao comando da Polícia em Chókwè, mas quando chegaram lá, a polícia soltou os agressores, prendeu “Refiller Boy” e mais dois membros da Nova Democracia acusando-os de agressão e libertou os membros do partido Frelimo. Aliás, mais do que liberta-los, “Refiller Boy” é agora acusado de supostamente ter feito desaparecer as chaves da motorizada da comitiva do partido Frelimo, uma carteira e um telemóvel Samsung. 

Segundo as informacoes do canalmoz, a Polícia lavrou um auto onde diz que ninguém está detido mas a verdade é que “Refiller Boy” está nas mãos da polícia desde ontem às 19 horas. (Redacção) 

É essa Frelimo que vocês querem? Que te leva preso sem nenhuma justa causa!: Gerente de uma Pastelaria foi preso por ter removido Panfletos da Frelimo no seu Próprio estabelecimento



Gerente do VIP Moatize acaba de ser conduzido a esquadra por ter retirado panfletos do partido Frelimo do seu estabelecimento privado

Mariano Nhongo diz que a sua junta militar vai matar quem estiver a fazer campanhas dizendo "vote em mim"



O secretário-geral da Renamo, André Majibire, diz que a Junta Militar deve apresentar, formalmente, as suas reivindicações à direcção do partido, mas o general Mariano Nhongo afirma que não há nada a negociar com Ossufo Momade.

André Majibire apelou à Junta Militar a reconsiderar a sua posição de não reconhecer a liderança de Ossufo Momade, afirmando que a Renamo está aberta a dialogar com a dissidência.

"Eles são nossos irmãos e por isso devem apresentar as suas reivindicações ao partido, duma forma oficial", afirmou o secretário-geral.

Contudo, o presidente da Junta Militar da Renamo, Mariano Nhongo, diz que "não há nada a negociar com Ossufo Momade e sua equipa, eu é que sou o presidente da Renamo, eleito pelos militares".


Nhongo afirmou ainda não haver qualquer tipo de contacto com Ossufo Momade, a quem acusa de, em conluio com o Governo, "pretender destruir a Renamo".

"Querem que eu negoceie com Ossufo Momade, negociar o quê?", interroga-se Mariano Nhongo, que acusa também o Governo de " esconder o acordo que assinou com Afonso Dhlakama" sobre a desmobilização dos guerrilheiros.

em entrevista xx DW tambem fez declaracoes bombasticas, ao afirmar que não haverá eleições se o Governo não negociar com a junta.

"Nós rejeitamos Ossufo. O Governo deve negociar connosco para que tudo corra bem. Que haja eleições e campanha eleitoral sem problemas. Senão conversar connosco, não haverá campanha e nem eleições. Nós vamos lutar convosco [Governo]. Queremos ver quem é esse (…) que vai andar por aí a gritar vote em mim (…), vamos matar. Vou colocar armas em todos os distritos e vamos emboscar os que vão fazer campanha porque deixaram a RENAMO de fora. Levaram um individuo qualquer e colocaram na frente do partido. Não gostamos disso. Não há campanha e não há votação, afirmo eu Mariano Nhongo - presidente da Junta Militar e estou disposto a lutar com o Governo. Não podem gozar connosco, saímos de longe. Não gostamos destas brincadeiras. Ossufo não é presidente da RENAMO, deixaram-nos de lado e foram negociar com alguém que não sabe nada do partido. Se é luta armada que estão a procura vamos a isso até quando quiserem conversar connosco"

Ex-presidente Guebuza confessou que se cometem erros na liderança do pais



Tornaram-se virais vários excertos que vazaram do ultimo CC da "Frel" que foram publicados por vários jornais e trazem informações bastante reveladoras sobre como a estrutura do partido no poder ficou abalada com as recentes ondas de escândalos envolvendo principalmente as suas figuras de topo.



Sabe-se que no CC houve denuncias de divisões, tribalismo e “caça às bruxas” por parte do ex-presidente Guebuza, o qual apelou que o partido estivesse mais unido.

Segundo testemunhas que estiveram no CC, citadas por Savana, entre várias declarações, Guebuza terá também argumentado que o seu cargo à frente dos destinos da nação derivava de eleição popular e que não tinha que dar justificações dos seus actos. Tentando passar da defesa ao ataque, falou em ambiente de “caça às bruxas”. Segundo testemunhas, era um Guebuza manifestamente derrotado. Falou, mas ninguém aplaudiu. 



Guebuza não deixou de admitir erros

Segundo Savana, "Guebaz" apelou à unidade e disse que o partido estava “muito dividido”. Não utilizou a palavra “perdão”, mas confessou que naquela posição (Presidência da República) cometem-se erros, mas o objectivo é fazer “o bem para o povo”.

Por causa dos crimes, Frelimo abandona Chang à mercê da justica



Reagindo à extradição de Manuel Chang para Moçambique, o partido Frelimo diz haver garantias mais do que suficientes para a responsabilização do ex-ministro das Finanças e de qualquer outro cidadão no território nacional.



Segundo o porta-voz do partido no poder Caifadine Manasse, citado pela Carta de Moçambique, as garantias fundam-se no facto de os orgãos de justiça (Procuradoria-Geral da República e os Tribunais) existirem e estarem a fazer o seu trabalho.

“Garantias existem. Temos a Procuradoria-Geral da República, temos os Tribunais. A máquina da justiça existe e esta a fazer o seu trabalho”, disse Manasse citado pela Carta de Moçambique.



De acordo com a fonte que temos vindo a citar, numa resposta directa, ao poscicionamento apresentado pelo partido Renamo, em relação a decisão do caso do antigo Ministro das Finanças, Caifadine Manasse, disse que aquela formação política estava a politizar o assunto com o fito único de tirar dividendos políticos.

Num outro desenvolvimento, o porta-voz, avançou que a Frelimo é defensora acérrima da responsabilização exemplar de todo aquele que tiver problemas com a justiça, independentemente da sua qualidade.
 

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