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Outro filho de Guebuza acaba de ser Preso: Mais Um Guebuza Na Barra da Justiça

Depois de Ndambi, Armando Guebuza vê seu segundo filho, Mussumbuluko, sentado no banco dos réus. Trata-se de um caso laboral. Uma audiência de julgamento envolvendo a então célebre empresa Msumbiji, de Mussumbuluko, e um antigo funcionário, Orlando Mabasso (ex-Director de Recursos Humanos) terá lugar nesta segunda-feira no Tribunal de Trabalho da Cidade de Maputo. Mabasso já processara a empresa por 9 honorários não pagos, tendo ganho o caso. Depois de muito tempo sem que a condenada cumprisse a sentença, o caso foi finalmente executado na semana passada.


Agora, o novo caso tem a ver com outro pedido de indemnização também por honorários alegadamente não pagos. Mabasso disse à “Carta” que havia proposto à Mussumbuko um acordo amigável, mas o visado nunca se mostrou aberto a discutir. “Ele simplesmente não responde”.  Este caso é apenas um de muitos, na mesma natureza, envolvendo o filho do antigo presidente no quadro dessa ventura empresarial que parece andar agora se norte.
 Em Dezembro passado, 27 trabalhadores da extinta Direção de Operações da Msumbiji queixaram-se de que a empresa não lhes pagara indemnizações devidas após ter rescindido unilateralmente com os trabalhadores, tendo-lhes garantido que pagaria uma indemnização. Depois que os negócios da Msumbiji começaram a entrar em ruina (sobretudo um milionário e sobrefacturado contrato com uma extinta empresa de telefonia móvel), ele decidiu, em Fevereiro, desfazer-se dessa massa laboral, mas não pagou o que prometeu: uma indemnização.
Em Dezembro, oito meses depois, os visados continuavam sem ver um tostão. Uns preferiram então intentar uma acção judicial, como foi o caso de Mabasso. O advogado da Msumbuiji, Isálcio Manhanjane, disse ontem que o caso de Mabasso não tem mérito pois foi ele a origem da natureza dos vínculos contratuais entre a a Msumbiji e os 27 trabalhadores. “Ele foi negligente”. Mahanjane não especificou.
Seja como for, o nome e a imagem do clã Guebuza volta às parangonas por motivos pouco dignos.
Mussumbuluko Guebuza é o filho do ex-Presidente Armando Guebuza que se revelou um aficionado por armas de guerra. Quando o pai estava no poder, ele participou de processos de “procurement” militar, posando com fornecedores de armas, de metralhadoras em riste. Com proteção paternal, sua empresa estava de vento em popa. A Msumbiji surgia sempre em notícias de novas venturas empresariais com marca de arrojo e génio empreendedores. Mas os contratos eram ganhos porque sua sombra paternal estava sempre presente onde a Msumbiji se oferecia para trabalhar.

Obteve esse fabuloso contrato de fornecimento de serviços de instalação, manutenção e reparação de grupos geradores de cerca de 350 torres de telefonia móvel de uma das operadoras, nas províncias do sul de Moçambique. Sua aparição no sector empresarial moçambicano foi, no entanto, meteórica. Com Guebuza no poder, conseguiu um sólido contrato de “assistência técnica” com a Aggreko, uma multinacional que geria uma central de produção de energia com base no gás de Temane, a partir de Ressano Garcia, fornecendo à EDM, à Eskom e à Nampower, a eléctrica da Namíbia.

Mussumbuluko revelou alguns traços de sua personalidade ao se deixar fotografar com armas de grande calibre numa sessão de compra de equipamento militar para o exército. Controverso foi também o negócio da implantação de centenas de câmaras de vídeo vigilância nas cidades de Maputo e da Matola, com o objectivo de monitorar os cidadãos. As mais de 400 câmaras de vídeo vigilância foram instaladas por uma empresa chinesa, em parceria com a Msumbiji, num negócio apadrinhado directamente pelo ex-Presidente Armando Guebuza. 

Mazoio vendeu a sua liberdade por 12.000.000 meticais

A bolada de Francisco Mazoio!

Foram 12.000.000.00MT (doze milhões de meticais) que atiraram Francisco Mazoio à cela onde ele actualmente habita. Decididamente, muito pouco para quem ocupava o cargo de PCA do INSS. O prestígio que este cargo encerra e o salário mensal e as mordomias e a paz de espírito por estar a servir o Estado com rectidão.
Eis os factos, de forma resumida: Francisco Mazoio (PCA do INSS) e Baptista Machaieie (então director-geral do INSS) associaram-se a Emiliano Finnochi para burlar o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). Foi assim que algures no ano de 2013, o trio concebeu um contrato de fachada de um pretenso projecto imobiliário em Nacala-a-Velha, província de Nampula. Tratava-se da construção de um complexo comercial e um complexo turístico. Na realidade nada disto existia. Era para sacar dinheiro ao banco do povo.

Emiliano Finnochi, em representação da empresa Índico Dourado, seria a pessoa que procuraria o INSS para apresentar os projectos arquitectónicos e de engenharia, bem como os respectivos estudos de viabilidade que fossem suficientemente convincentes. Ou seja, aos olhos de muitos no INSS não devia se notar que se tratava de um embuste.
Finnochi, porque sozinho não era capaz de elaborar tais projectos, recrutou um outro comparsa chamado Rui Manuel de Sousa Melo. Juntos elaboraram diversas versões de projectos em questão e mostraram directamente a Francisco Mazoio e Baptista Machaieie.
Quando os projectos já eram mais ou menos o que eles queriam para burlar o INSS, coube a Mazoio e Machaieie apresenta-los numa reunião do Conselho de Administração para a sua aprovação. Diversos membros deste órgão não foram a favor, mas Machaieie e Mazoio defenderam-nos e os projectos vieram a ser aprovados.
Contudo, para o pagamento do valor, 317.200.000.00MT (trezentos e dezassete milhões e duzentos mil meticais), tinha que haver o visto do Tribunal Administrativo. Esta instituição negou dar o visto por achar que o contrato estava viciado e devolveu-o para que a irregularidade fosse sanada. A dupla Francisco Mazoio e Baptista Machaieie não se fez de rogada. Falsificou a assinatura do juiz que iria dar o visto assim como o respectivo carimbo do Tribunal Administrativo.
Foi assim que no dia 8 de Agosto de 2014, o INSS transferiu para a conta da empresa Índico Dourado, Lda, o valor de 317.200.000.00MT. Desse valor, Emiliano Finnochi emitiu um cheque de oito milhões de meticais para Baptista Machaieie, a 11 de Agosto. Os doze milhões de Francisco Mazoio foram transferidos no dia 15 de Agosto. Rui Manuel de Sousa Melo, o que elaborou os projectos, também foi agraciado com doze milhões de meticais.
Lembre-se que este Emiliano Finnochi também está metido noutro processo que levou Paulo Zucula à cadeia. Pagou caução e fugiu do País deixando um prejuízo enorme aos cofres do Estado.
Há muito por dizer sobre este processo, cuja acusação provisória já foi exarada. Mas o destaque, pela negativa, vai para Francisco Mazoio. Tinha o dever de não errar, visto que foi parar ao INSS oriundo de uma organização sindical. A sua escolha para aquele cargo, tinha em vista dar um cunho moral ao INSS que havia se tornado num antro de ladrões. Ele também, surpreendentemente, foi roubar. E quanto? Qualquer coisa como 400 mil dólares ao câmbio dessa altura. Fome? Desespero? O que levou o Mazoio a ter que falsificar a assinatura de um juiz e o carimbo do Tribunal Administrativo? E a luta que ele dizia que travava em nome do espezinhado trabalhador moçambicano? Francisco Mazoio, definitivamente, foi um grande traidor. Ele merece uma pena severa. Ele é o exemplo clássico do que não se deve fazer. Não soube honrar a gravata que punha quando presidia as reuniões do Conselho de Administração. Se fosse nos tempos de chamboco…

Ja se passam 10 Meses que Manuel Chang esta Preso e ainda nao há conclusão sobre a extradição ou liberdade

Manuel Chang foi detido na África do Sul no dia 29 Dezembro 2018 as 19:31h: Saiba quem provavelmente poder ter mandado Manuel Chang a gaiola

O antigo Ministro das Finanças, Manuel Chang, foi detido no dia 29 Dezembro 2018 as 19:31h no Aeroporto Internacional “OR Tambo”, de Joanesburgo, soube “Carta” de fontes seguras.
Ele estaria a fazer uma ligação para o Dubai. Não se sabe ao certo o motivo dessa detenção mais tem girado rumores uma uma suposta entrega directa da ave a jaula. “Fontes” apuraram , no entanto, que a detenção se enquadra num mandado de captura internacional relacionado com lavagem de dinheiro.
Segundo uma fonte segura, a detenção não tem nada a ver com o processo da dívida oculta mas sim possivelmente um ajusto de contas.
Por outro lado, disse a fonte, existem evidências de Manuel Chang possuir, a par de outro antigo ministro do ex-Presidente Armando Guebuza, avultada fortuna em contas na Suíça, perfazendo, no conjunto, mais do que o valor da dívida oculta.

Manuel Chang é deputado da Assembleia da República ou melhor era deputado até oque vem a mídia sendo uma parte a favor de Chang que estranhamente viajava com passaporte diplomático. Se a notícia se confirmar, sua detenção só poderá ser por indícios graves de conduta ilegal.
Chang era Ministro das Finanças quando Moçambique contraiu, no consulado do Presidente Armando Guebuza, uma dívida, com garantias soberanas, a taxas altamente especulativas na ordem de 2 bilhões de USD.

JORNALISMOPRIVADO

ÚLTIMA HORA: EUA submete provas de um suposto suborno envolvendo Grupo Privinvest e Nyusi nas Dívida quando Ministro da Defesa mas Nyusi recusa informar se recebeu ou não

“A dívida oculta foi contratada na altura em que era ministro da Defesa. O senhor recebeu ou não dinheiro das dívidas ocultas?”, questionado, naquela que foi a primeira entrevista do chefe de Estado a um órgão de comunicação social moçambicano, em cinco anos de mandato.
“Porque é que você não faz o seguinte: deixar… até porque isso é embaraçoso para quem está a dirigir [o caso], porque eu não quero embaraçar o processo que está a correr ao nível da Justiça”, respondeu Nyusi. Segundo o presidente, “as coisas serão explicadas. O tempo é responsável”.
Filipe Nyusi disse ainda não acreditar na “narrativa de perseguição política” alegada por Ndambi Guebuza, filho do ex-presidente de Moçambique, quando foi detido em fevereiro. “Eu não posso estar a falar em nome da Justiça. É indecente”, rematou.

Rumores de um suposto suborno ou melhor um valor vindo do Grupo Privinvest enviado para Filipe Nyusi com fins a desenvolvimento para a segurança Nacional sendo valor este que depois desviado para alguns fundos privados ou contas individuais.
Armando Emilio Guebuza, durante os 10 anos em que este esteve na Presidência da República, com conhecimento de Pacheco, cujo destinatário era o então Chefe de Estado, há sim provas submetidas pelo Grupo Privinvest do envolvimento de Nyusi nas Dividas soberanas.

De acordo com a acusação do Ministério da Defesa Nos EUA, Filipe Jacinto Nyusi, enquanto Ministro da Defesa Nacional esteve presente em um dos importantes encontros entre o Presidente da República e dirigentes seniores do Grupo Privinvest, com destaque para Jean Boustani e Iskandar Safa. Nessa missão, revela o despacho da entrega de um certo valor algumas figuras publicas na responsabilidade de Jean Boustani, incluindo o acima citado, com conhecimento de Ndambi Guebuza, relacionados com os equipamentos a serem fornecidos pela Privinvest no âmbito da implementação do Projecto de Protecção da Zona Económica Exclusiva com a orientação de fazê-los chegar ao Presidente da República.

Pelo trabalho,Filipe Nyusi pode ter recebido da Privinvest um valor total de 1500.537 Euros, que aplicou na aquisição de imóveis, e algum valor tendo espalhado em variáveis contas dos seus filhos.


JORNALISMOPRIVADO(JOÃO JOSE MATHE)

Afinal a "dona" Verónica Macamo é uma das cúmplices das dividas escondidas, para o CIP




Dizem os argumentos do CIP que no dia 26 de abril de 2017, a assembleia da república legalizou as dividas contraídas de forma ilegal pelas empresas proindicus, no valor de 622 milhões e MAM em USD 535 milhões, perfazendo USD 1.157 mil milhões que o estado moçambicano devera pagas como avalista, acrescido de juros.



Ao legalizarem as dividas os deputados da bancada parlamentar do partido frelimo hipotecaram o futuro de Moçambique, porque se pretende usar os lucros provenientes da exploração do gás da bacia do Rovuma para paga-las.


Ao votar a favor da aprovação destas dividas, estes deputados sao cúmplices, agora tem uma oportunidade única de voltar atrás e revogar a resolução que aprova a conta geral de 2015 que legaliza as mesmas.


veja a lista de cumplices segundo o CIP la em baixo.





CIP

Nova acusação dos EUA considera que a reestruturação da divida faz parte da fraude



Nova acusação dos EUA considera que a reestruturação da divida faz parte da fraude. 

Novas informações avançadas pelo jornal o Canal de Moçambique, Revelam que no dia 16 de Agosto, o departamento de justiça dos EUA apresentou uma emenda a sua primeira acusação para contrapor as declarações de Jean Boustani. No documento, de 49 paginas, a justiça dos EUA diz que a reestruturação da divida foi apresentada a Adriano Maleiane, que também jurou guardar o segredo. 

Segundo o canal de Moçambique, o ministério das finanças aceitou a recomendação dos conspiradores, tanto mais que contratou o “Credt Cuisse´para conduzir a reestruturação e a conversão. Mais ainda, Maleane aceitou contratar a “palomar”, empresa ligada a “Privinvest”, onde Andrew Pearse, o burlão neozelandês , trabalhava, ao mesmo tempo que trabalhava no “credit suisse” como consultor da operação da conversão. Ou seja, no fundo os caloteiros é que aconselharam Maleiane sobre o que fazer, e Maleiane obedeceu.

Acabaram de condenar aquela "dona" envolvida no assassinato de procurador mocambicano (para impedir investigacoes), a 22 anos de Prisao



A quarta Secção do Tribunal Supremo de Recurso de Maputo condenou a ré Edith António Cylindo a 22 anos de prisão pelo seu envolvimento no assassinato do procurador Marcelino Vilanculos ocorrido no dia 11 de Abril de 2016.

A decisão surge depois de o Ministério Público ter recorrido da sentença da quinta Secção do Tribunal Judicial da Província de Maputo que obsorvia Edith António Cylindo por insuficiência de provas, sob a pretensão de que a confissão da ré foi forçada.

De acordo com o jornal Notícias desta terça-feira, o Ministério Público recorreu da decisão e ganhou a causa, o que resultou no anulamento da primeira decisão.

Assim, a ré Edith António Cylindo foi condenada a 22 anos de prisão pelo cometimento, em co-autoria moral e material e em concurso real de infracções, de um crime de homicídio qualificado e outro de associação para delinquir.


A sentença, citada pelo Notícias, acrescenta que a ré condenada por ter-se juntado a um grupo que, agindo em comunhão de esforços, ideais e divisão de tarefas predispôs-se a tirar a vida ao magistrado.

Ainda de acordo com a sentença, a conduta de Edith António Cylindo concorreu directamente para tornar possível e facilitar o assassinato tendo participado, tanto nos actos preparatórios bem como na execução do crime.

2016, foi o ano em que tudo aconteceu quando a ré terá se juntado ao grupo liderado por José Ali Coutinho que traçou plano que culminaria com o assassinato do procurador Marcelino Vilanculos. Na altura, o magistrado era responsável pelo processo onde Ali Coutinho era acusado de sequestros.

O magistrado foi morto a tiros disparados de uma arma de fogo do tipo AK-47.

Edith António Cylindo terá ainda de pagar o imposto de justiça e 500 mil de indenização aos familiares da vítima por danos não patrimoniais.
 

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