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Alerta, Depois do Ciclone Idai na beira e do Kenneth em cabo delgado, a DNGRH já avisa que haverá mais inundações no sul em Maputo e Matola, e no centro do País



Não há previsão de cheias no início da próxima época chuvosa em Moçambique porém, no início de 2020, existe risco de cheias na Bacia Hidrográfica do Licungo. Entretanto a Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) alerta que as construções desordenadas e fraco saneamento nos bairros suburbanos voltará a causar inundações nas cidades de Maputo, Matola, Beira e Quelimane.
Depois da mais mortífera época chuvosa de que temos memória os meteorologistas moçambicanos indicam que o fenómeno El Niño, que exerce grande influência nas condições meteorológicas do planeta, está neutro e deverá surgir com magnitude fraca até Março de 2020 por isso preveem chuvas normais com tendência para acima do normal nas regiões Sul e Centro do País até Dezembro 2019 e precipitação normal com tendência para abaixo de normal até Março de 2020.


Com esta previsão, e tendo em conta que as bacias hidrográficas da Região Sul “apresentam índice de humidade muito baixo a baixo” enquanto “na Região Centro e Norte predomina índice de humidade alta a muito alta”, os técnicos da DNGRH prognosticam, até Dezembro, baixo risco de cheias nas bacias de Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Limpopo, Inharrime, Govuro, Ligonha, Lurio, Lugenda e risco moderado nas bacias hidrográficas de Mutamba, Inhanombe, Save, Búzi, Savane, Púngoè, Zambeze, Licungo. Meluli, Mecuburi, Messalo, Megaruma e Montepuez.




No entanto a Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos prevê que entre Janeiro e Março de 2020 o risco de cheias passe a moderado a alto nas bacias hidrográficas do Búzi, Púngoè, Zambeze, Namacura, Meluli, Mecuburi, Megaruma, Montepuez, e Messalo e indicam risco alto no Licungo.





Entretanto os prognósticos, apresentados semana passada durante o 6º Fórum Nacional de Antevisão Climática, alertam para cheias urbanas em alguns bairros das cidades de Maputo, Matola e Beira pois embora a chuva que se espera não seja muita as construções desordenadas e fraco saneamento irá causar inundações.










500 mil pessoas poderão ser afectadas por cheias na próxima época chuvosa












Na capital do país correm elevado risco de cheias os bairros de Chamanculo C, Chamanculo B, Xipamanine, Aeroporto A, Aeroporto B, Munhuana, Mafalala, Urbanização, Costa do Sol, Mutanhana, Magoanine, Bairro Central na avenida 25 de Setembro).






















No município da Matola tem alto risco de inundação os bairros Fomento, Liberdade, Luís Cabral, Bunhiça e Nkobe, Matola A, Matola J, Matola H, e Matola D.










Na massacrada Cidade da Beira deverão voltar a ficar inundados os bairros de Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite e Maraza.




















No município de Quelimane estão sob alto risco de cheias os bairros Aeroporto, Santagua, Canca, Samugue, Manhaua, Brandao, Mincajuine, Vila Pita, Torrone.



















A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos estima em pelo menos 500 mil as pessoas que poderão ser afectadas pelas cheias durante a próxima época chuvosa, comparativamente aos mais de 2 milhões de moçambicanos afectados pela época chuvosa 2018 /2019 e cuja maioria ainda está dependente de assistência humanitária.

@verdade

Acabaram de se formar 6 ciclones ao mesmo tempo e alguns podem atingir Moçambique neste Outubro





As seis tempestades nomeadas que rodavam ao mesmo tempo nesta semana no Atlântico e no Pacífico atingiram um recorde recorde em 1992, informaram os meteorologistas. 

"Enquanto Humberto e Kiko giravam no Atlântico e no Pacífico Oriental, quatro novos ciclones tropicais se formaram na terça-feira: Imelda e Jerry na bacia do Atlântico, e Mario e Lorena na bacia do Pacífico Oriental", informou o Weather Channel. 
Acredita-se que esse número combinado de tempestades ativas em ambas as bacias atinja um recorde moderno, estabelecido em setembro de 1992, segundo Eric Blake, meteorologista do National Hurricane Center. Ele twittou na terça-feira que "eles estão se formando como baratas por aí". "Não é algo que você vê o tempo todo, mas também não é ouvido", disse a meteorologista do Weather Channel Danielle Banks.
Segundo o National Hurricane Center, houve até cinco ciclones tropicais do Atlântico ativos ao mesmo tempo, que ocorreram de 10 a 12 de setembro de 1971. No leste do Pacífico, em 26 de agosto de 1974, houve cinco tempestades nomeadas simultâneas de pelo menos a força das tempestades tropicais, disse Phil Klotzbach, cientista tropical da Colorado State University, ao weather.com.
Setembro é o mês de pico da atividade de furacões e tempestades tropicais no Atlântico e no Pacífico, informa a NOAA.

"Em setembro, a temperatura do oceano está quase no seu pico anual, e os ventos cortantes que podem destruir tempestades e furacões tropicais são tipicamente os mais baixos", informou o Weather Channel.

O ciclone Kenneth ja esta em Cabo Delgado veja os efeitos



O ciclone Kenneth continua a caminho da costa de quinta-feira à tarde na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê que o centro do ciclone faça terra entre os distritos de Macomia e Mocimboa da Praia. O ciclone trará ventos de 180 quilômetros por hora e rajadas de 200 quilômetros por hora. Isto é o mesmo que a velocidade do vento do ciclone Idai que atingiu o centro de Moçambique em 14 de março.




À medida que a tempestade se aproxima, os voos de e para o aeroporto na capital da província, Pemba, foram cancelados.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) alertou que fará descargas da barragem de Chipembe, a fim de salvaguardar a integridade da estrutura da barragem. 

A inundação esperada afectará várias aldeias nos distritos de Ancuabe, Montepuez, Meluco e Quissanga. O DNGRH recomendou a retirada imediata dos habitantes dessas aldeias para terrenos mais altos.




A agência de ajuda moçambicana, o Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGC), adverte que o ciclone pode afectar mais de 400.000 pessoas na província vizinha de Nampula. O delegado provincial do INGC, Alberto Armando, disse à AIM que o INGC está a posicionar antecipadamente os materiais de socorro para as áreas que poderão ser mais gravemente atingidas.




A maioria das pessoas em risco vive perto do porto de Nacala, que é notoriamente vulnerável a inundações e erosão. O INGC já identificou salas de aula e outros locais seguros onde, se necessário, as pessoas podem se abrigar do ciclone.









Ciclone Kenneth pode evoluir para magnitude idêntica a do Idai


Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) indicam que as condições atmosféricas poderão fazer com que o ciclone Kenneth evolua para a categoria 4, ficando assim na mesma magnitude do ciclone Idai, que devastou recentemente a região centro do país. Agora, as previsões indicavam que o ciclone Kenneth está numa categoria 3, mas com possibilidade de evolução. 
Com ventos que podem chegar aos 160 quilómetros por hora e chuvas fortes, adivinha-se um cenário de casas de material precário e convencionais derrubadas, tectos de edifícios caídos e árvores deitadas, após a passagem do ciclone Kenneth.
Segundo Luís Chongue do INAM, a previsão é do impacto do ciclone fazer-se sentir a partir da noite de hoje.  
De acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia os impactos de ciclone Kenneth far-se-ão sentir até ao próximo dia 28 de Abril em curso.
Depois de estar a uma velocidade de 15 quilómetros por hora, nesta quarta-feira, o ciclone esteve a uma velocidade de 20 quilómetros por hora em direcção a zona costeira das províncias de Cabo Delgado e Nampula.

Japão anuncia apoio de 10,4 milhões de euros a Moçambique



Averba vai servir para fornecer alimentos, abrigos, coordenação de acampamentos e recuperação antecipada dos tecidos sociais e económicos através de três organizações internacionais, incluindo o Programa Alimentar Mundial (PAM), anunciou em comunicado.

Espera-se que o apoio alimentar chegue a 350.000 pessoas e que cerca de 27.000 passe a ter acesso a água potável. Ajudas de várias partes do mundo continuam a chegar ao centro de Moçambique.

O ciclone Idai provocou 603 mortos em Moçambique, 344 no Zimbabué e 59 no Malauí.

Oque parecia ser uma simples tempestade, está se transformando em um Ciclone em direção a Cabo Delgado

À medida que o tempo passa, os cenários de depressão tropical para norte da Província de Cabo Delgado, tendem a ganhar consistência. Em entrevista à Miramar, o meteorologista Acácio Tembe, afirmou que a trajectória do sistema de baixas pressões formado no norte de

Madagáscar, tende a intensificar-se e poderá atingir o estágio de tempestade tropical no 24 de Abril.

A trajectória, segundo a fonte, continua em direcção a costa de Cabo Delgado onde prevê-se que o sistema influencie o estado de tempo, a partir de amanhã, com chuvas intensas, ou seja, acima de 100 milímetros em 24 horas, acompanhadas de trovoadas fortes e ventos fortes da ordem de 80 a 120 km/h. O centro da tempestade deverá entrar

no continente, através do distrito de Palma no dia 26 do corrente mês.


Entretanto, o Instituto Nacional de Meteorologia, assegura ser prematuro avançar com a possibilidade de ocorrência de algum ciclone, mas tal não está posto de lado. Para já, indica o INAM, estamos perante aproximação de uma depressão tropical severa. Aproximação de mais uma tempestade, numa altura em que o país tenta

mobilizar fundos para reconstrução das províncias severamente afectadas pelo ciclone Idai. Tomada de medidas de precaução e segurança, face ao risco associado as chuvas, trovoadas e ventos muito fortes é a recomendação do Instituto Nacional de Meteorologia.

Alerta-se que nas próximas 72 horas (23,24,25) poderá passar mais uma tempestade tropical em Moçambique




O  INAM alerta que formou-se um sistema de baixas pressões a norte de Moçambique, nas coordenadas 10,6 graus Sul latitude e 47,6 graus Este de longitude, As projeções indicam que este sistema poderá atravessar o canal de moçambique a partir de amanha, 23 de Abril do corrente ano, e espera-se que o mesmo evolua podendo atingir o estagio de tempestade tropical severa ao aproximar-se a costa norte de Moçambique nos próximos dias afetando a região norte de Cabo Delgado e sul de Tanzânia.

O INAM diz que continua a monitorar a evolução esse sistema

ADNGRH avisa nas próximas 72 horas, que devido a passagem desse sistema de baixas pressões, poderão ocorrer Chuvas muito fortes podendo ocorrer inundações de magnitude alta e moderada e erosão de magnitude alta para as cidades de Pemba, Nacala Porto e Nacala a Velha, podendo afetar mais de 70 mil pessoas.



Face a este cenário, a DNGH recomenda a população vivendo em zonas de risco suscetíveis a inundações e erosão para a retirada imediata para zonas mais altas e seguras, particularmente, nas bacias hidrográficas dos rios ROVUMA, MESSALO, MONTEPUES, MEGARUMA e Lúrio.

Veja as fotos do INAM e da DNGRH publicadas com os avisos