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Ciclone Kenneth ja matou quase 50 pessoas em Cabo Delgado


O número de óbitos em consequência do ciclone tropical Kenneth subiu de 41 para 43.
Segundo a Directora Geral do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, Augusta Maíta, as duas vítimas mortais foram confirmadas durante o levantamento realizado no distrito de Erati, província de Nampula, onde vários rios transbordaram e provocaram inundações.
Além de óbitos, de acordo com o último balanço do Kenneth, o número de afectados subiu para cerca de 300 mil pessoas, das quais mais de 200 mil na província de Cabo Delgado, onde parte das vítimas continua nos centros de acomodação
Em termos de danos materiais, destacam-se a destruição total de cerca de 18 mil casas e  quase 27 mil parcialmente, 17 unidades sanitárias, edifícios de instituições do Estado, e 477 salas de aulas que afectaram perto de 42 mil alunos, nas duas províncias afectadas pelo ciclone.
O INGC está a prestar apoio alimentar e abrigos, mas algumas vítimas reclamam a falta de água potável e consideram  insuficientes as quantidades de produtos que cada família recebe.

Número de mortos provocados pelo Kenneth em Moçambique sobe para 38


O novo balanço foi feito pelo governo. As chuvas fortes continuam a assolar o país.

governo moçambicano fez esta segunda-feira um novo balanço das vítimas do ciclone Kenneth, na província de Cabo Delgado, dando conta de que o número de mortos subiu para 38 e que há ainda 39 feridos. 
Segundo a Associated Press, o país continua a ser assolado por fortes chuvadas e inundações. Os esforços para entregar comida e criar abrigos têm sido dificultados pelo mau tempo, que não deverá parar nos próximos dias.
O Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) refere ainda que quase 35 mil casas foram parcial ou totalmente destruídas e 31.256 hectares de culturas afetados. 
Foram ainda destruídas 193 salas de aulas, afetando 21.717 alunos, 14 unidades de saúde e 330 postes de eletricidade.
Os cerca de 30 centros de acolhimento concentram 20.720 pessoas, tendo sido resgatadas das localidades inundadas cerca de 300.
O ciclone atingiu a zona norte de Moçambique na passada quinta-feira, apenas seis semanas depois do ciclone Idai ter atingido a zona centro do país e deixado um rasto de destruição e mais de 600 mortos.
Há mais de 160 mil pessoas em risco e o governo descreve a situação como muito crítica.

Agora é a Vez da Zona Sul. NASA avisa que está se formando um Ciclone chamado "Lorna" e este pode afectar a zona Sul de Moçambique






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O satélite Suomi NPP da NASA-NOAA passou sobre o Oceano Índico Sul e capturou uma imagem visível do que parecia ser um ciclone tropical mais organizado, o Lorna.


O satélite Suomi NPP sobrevoou a cidade de Lorna no dia 25 de abril às 16h30 (horário de Brasília) e o instrumento da Suíte Visible Infrared Imaging Radiometer (VIIRS) forneceu uma imagem visível da tempestade. A imagem do VIIRS mostrou uma tempestade mais circular, indicando que a tempestade estava se consolidando e se fortalecendo. Dados de microondas revelaram uma característica do olho.




Às 11h00 (horário de Brasília) do dia 25 de abril, o Ciclone Tropical Lorna estava centrado perto de 10,8 graus de latitude sul e 85,9 graus de longitude leste, cerca de 824 milhas a leste-sudeste de Diego Garcia. Lorna estava se movendo para o leste-sudeste e tinha ventos máximos de 50 nós (57 mph / 92 kph).





Espera-se que Lorna se desloque para o sudeste enquanto se fortalece a 75 nós (139 km / h) atingindo a força do furacão. Depois de três dias, a tempestade vai virar para o sul e se tornar extra-tropical.

Bebés gémeos sobrevivem à noite em que o ciclone ‘olhou’ para eles em Cabo Delgado


Raimundo Macomia, 32 anos, fugiu de casa com a mulher e quatro filhos, minutos antes de um coqueiro ser derrubado pelo vento e a destruir na aldeia de Muangamula, distrito de Macomia, no olho do ciclone Kenneth.
“As crianças não conseguiam correr e choravam”, no meio da escuridão, sob um ruído assustador de ventos ciclónicos, chapas de zinco e outros materiais a voar e a bater uns nos outros.
“Eram quatro crianças, ao colo e pela mão” do pai e da mãe, a chorar, a correr sem ver para onde, em busca de abrigo – acabaram na casa da vizinha que, apesar de danificada, foi das poucas que ficou de pé.
Faustino Ponda, 68 anos, teve tarefa ainda mais difícil: com a esposa, tinha em casa sete crianças e todos correram para a rua, antes de ouvirem a construção de estacas e barro abater-se sobre si própria.
“Algumas crianças mais velhas fugiram e conseguimos agarrar os mais novos” para se esconderem todos no descampado e dormirem no chão, à espera que a tempestade passasse.
Nos céus, o ciclone Kenneth dissipou-se no sábado, mas só o tempo dirá o que irá persistir na memória das crianças que viveram uma noite de pesadelo.
O ciclone Kenneth foi o primeiro, desde que há registos, a atingir o Norte de Moçambique, onde provocou cinco mortos, segundo número oficiais e numa altura em que ainda decorrem levantamentos em zonas mais remotas.
Quase 3.500 casas foram parcial ou totalmente destruídas, pelo menos 16 mil pessoas foram afetadas pelo ciclone e há mais de 18 mil pessoas em 22 centros de acomodação.

Vítimas do Kenneth regressam aos locais de risco

As vítimas do ciclone Kenneth na cidade de Pemba, querem voltar às suas casas o mais rápido possível, supostamente devido a falta de conforto nos centros de reassentamento alegadamente por estarem a dormir no chão e sem redes mosquiteiras.
A preocupação foi apresentada ao Primeiro-ministro, durante a sua visita aos afectados.
O Primeiro-ministro reconheceu a preocupação dos afectados, e prometeu transferir as famílias a partir da segunda-feira próxima.
Em Pemba, foram abertos centros 11 de acomodação, que albergadas cerca de 16 mil pessoas, que haviam sido retiradas das zonas de risco, antes do ciclone Kenneth atingir a província de Cabo Delgado.

Ciclone Kenneth deixa mais de 20 mil casas destruídas

20.600 é o balanço preliminar do número de casas destruídas, 15 feridos e um óbito em Macomia na sequência da passagem do ciclone Kenneth.
Segundo as autoridades 15 pessoas ficaram feridas e uma pessoa morreu apenas em Macomia devido a queda de uma árvore sobre uma casa.
O secretário Permanente de Macomia, Feliz Adelino reconhece que algumas famílias foram renitentes mas acredita que o pior em termos de perca de vidas humanas só não aconteceu porque grande parte dos residentes tomaram devidas precauções.

Ciclone Kenneth já causou mortes em Cabo Delgado - Saiba Mais

Uma mulher perdeu a vida na madrugada de hoje, em Pemba, vítima do ciclone Kenneth. Informações apontam para distritos da zona costeira como os que mais sofreram os efeitos do ciclone, com destaque para Macomia.
O centro operativo de emergência esteve reunido esta manhã na cidade de Pemba para a avaliar os impactos da depressão tropical de ontem para hoje.
Logo pela manhã de hoje, era possível ver árvores deitadas abaixo devido ao vendaval, escolas sem tecto e casas destruídas no bairro Paquitequete. 
 

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