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40 anos de prisão maior foi a pena mais pesada aplicada aos insurgentes dos Ataques e, Cabo Delgado


Quarenta anos de prisão maior foi a pena mais pesada aplicada aos insurgentes acusados de protagonizar ataques armados em Cabo Delgado. A sentença apresentada hoje na cidade de Pemba condenou à prisão 60 insurgentes e absolveu 113 arguidos por insuficiência de provas.
Quarenta anos de prisão maior foi a pena mais pesada aplicada aos insurgentes acusados de protagonizar ataques armados em Cabo Delgado. A sentença apresentada hoje na cidade de Pemba condenou à prisão 60 insurgentes e absolveu 113 arguidos por insuficiência de provas. 

Os arguidos do processo 32/2018, relacionado com os ataques armados em Cabo Delgado, chegaram ao ginásio do complexo desportivo de Pemba, transportados em duas viaturas sob fortes medidas de segurança. 

O juiz do caso, Geraldo Patrício, começou a ler a sentença as 10 horas e 30 minutos, e não deu espaço para intervalo, até as 13 horas, quando anunciou a decisão final do Tribunal Judicial da Província de Cabo Delgado.

O Ministério Público não se pronunciou sobre a decisão do Tribunal, mas a defesa considerou justa as penas aplicadas, no entanto, ainda não há certeza se vai se ou não remeter um recurso. 

O primeiro julgamento do caso dos ataques armados em Cabo Delgado, começou em Outubro de 2018, e estavam arrolados 189 arguidos entre homens e mulheres, acusados pelos crimes de homicídio qualificado, armas proibidas, contra organização do Estado, Associação para delinquir, instigação a desobediência colectiva.

Número de mortos no Sri Lanka sobe de 290 para 310

Novos balanço aponta para 310 número de mortos no Sri Lanka. Já foram efectuados um total de 40 detenções de suspeitos de ligação aos atentados, de domingo.
A informação foi avançada pelo porta-voz da polícia do Sri Lanka, Ruwan Gunasekara.
Os feridos são "mais de 500", acrescentou, admitindo a dificuldade em fornecer números exatos relativos às vítimas.
O anterior balanço, de segunda-feira, era de 290 mortos e 500 feridos.

Ataque faz 13 mortos no México


Um grupo armado invadiu uma festa privada em Minatitlan, no estado de Veracruz, no México, e fez pelo menos 13 mortos, entre eles uma criança, e ainda quatro feridos.
De acordo com informações avançadas pela Euronews o grupo procurava o proprietário de um bar daquela cidade.
As autoridades ainda não conseguiram apurar se o alvo da busca era o dono do espaço onde teve lugar a tragédia ou se estaria presente no local àquela hora.
A cidade é um alvo preferencial do crime organizado nos últimos anos, devido à forte importância do petróleo na região, o que tem motivado inúmeros sequestros.

Novo Ataque Em Cabo Delgado Faz Cinco Mortos E Destrói 120 Casas



Um grupo armado atacou na noite de sexta-feira uma aldeia remota do norte de Moçambique, Maganja, onde matou cinco pessoas e incendiou 120 casas ao mesmo tempo que saqueava a povoação, disse à Lusa fonte das autoridades.
A aldeia fica situada no distrito de Palma, a cerca de cinco quilómetros do perímetro atribuído à construção de empreendimentos ligados à exploração de gás natural.
Suspeita-se que os autores fazem parte do mesmo movimento, composto por diferentes células, que tem atacado residentes de povoações no meio do mato, sem eletricidade nem infraestruturas, da província de Cabo Delgado, desde outubro de 2017.

O grupo entrou na aldeia de Maganja pelas 23:00, roubou arroz, outros produtos alimentares e alguns animais, como cabritos.
As vítimas foram assassinadas com golpes de catana e disparos de armas de fogo.
Só na mais recente vaga de violência, desde 27 de maio, morreram pelo menos 29 habitantes, 11 supostos agressores e dois elementos das forças de segurança, segundo números das autoridades e testemunhos da população recolhidos pela Lusa.
Antes da incursão na noite de sexta-feira, em Maganja, o ataque anterior tinha acontecido na noite de terça-feira na aldeia remota de Litandakua, posto administrativo de Chai, distrito de Macomia – mais de 100 quilómetros em linha reta a sudoeste, na mesma província, Cabo Delgado.