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Caso Mahamudo Amurane: Há informações de que tribunal chamou o guarda e o motorista do falecido presidente do Município para audição


Decorreu hoje na sexta secção do tribunal judicial da província de Nampula a instrução contraditória do caso da morte do anterior edil de Nampula, Mahamudo Amurane segundo avança "O pais". 


Diz o jornal que para além dos dois arguidos figuras com quem Amurane esteve reunido na noite do dia dos factos, o tribunal quis ouvir também o guarda e o motorista.

Segundo "O pais", a presença do motorista e o guarda foi a pedido dos advogados dos dois réus, um antigo vereador e um empreiteiro que na noite dos factos estavam reunidos com Mahamudo Amurane, alegadamente a tratarem de assuntos da reabilitação e ampliação da sua residência pessoal no bairro de Namutequeliua.

Amurane foi eleito Presidente da Câmara de Nampula nas eleições municipais de 2013 sobre a passagem do MDM. Mais tarde, ele se desentendeu com a liderança do MDM e teve uma disputa pública com o presidente do MDM, Daviz Simango. Amurane anunciou que pretendia concorrer a um segundo mandato, mas não como um candidato do MDM.




A disputa levou inevitavelmente a rumores de que o MDM estava envolvido no assassinato, e dois deputados parlamentares do Partido Frelimo no poder até fizeram esta acusação dentro do parlamento do país, a Assembleia da República, mas sem oferecer nenhum fragmento de evidência.

Mahamudo Amurane foi assassinado defronte da sua residência pessoal, na periferia daquela cidade, no dia 04 de Outubro de 2017, depois de celebrar o Dia da Paz na Praça dos Heróis em Nampula. 

Estudante queimada viva por denunciar assédio sexual no Bangladesh

"O professor tocou-me. Vou lutar contra esse crime até ao meu último suspiro", disse no testemunho que gravou no telemóvel do irmão antes de morrer.

estudante Nusrat Jahan Rafi, de 19 anos, foi encharcada com querosene e queimada viva na escola em que estudava, no Bangladesh. Menos de duas semanas antes tinha denunciado o diretor por assédio sexual.

A situação mobilizou o Bangladesh e está a chamar à atenção para a vulnerabilidade das vítimas de abuso sexual no país conservador do sul da Ásia, narra a BBC.
Rafi, saliente-se, vivia numa pequena cidade a 160 km ao sul de Dhaka e estudava numa escola islâmica. No passado dia 27 de março, denunciou que o diretor a chamou ao seu gabinete e a tocou repetidamente de forma inapropriada. Mas a jovem terá conseguido fugir antes que a situação de agravasse.
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Relata o mesmo meio de comunicação que as situações de assédio e de abuso sexual são muitas vezes silenciadas, já que as mulheres têm receio de serem humilhadas pela sociedade e pelas suas famílias. Rafi, por sua vez, não se limitou a falar sobre a situação. Fez mais do que isso. Foi à polícia e denunciou o caso.
A jovem foi filmada pelas autoridades enquanto prestava declarações e, nas imagens, Rafi aparenta estar incomodada e tenta esconder o rosto com as mãos. O polícia que a interroga diz que a queixa apresentada "não é grande coisa" e manda-a destapar a face.
O diretor da escola acabou por ser preso e, desde então, a situação da jovem agravou-se. Um grupo de pessoas mobilizou-se e saiu às ruas apelando à libertação do diretor. O protesto, refira-se, tinha sido organizado por dois estudantes e nele participaram alguns políticos locais.
Foi então que a sociedade começou a culpar a jovem Rafi e a sua família temeu pela segurança. No dia 6 de abril, onze dias após o assédio, Rafi teve de ir à escola para realizar as provas finais do semestre.
"Eu tentei levar minha irmã à escola, mas fui impedido de entrar", disse o irmão da jovem, Mahmudul Hasan Noman. "Se não tivesse sido impedido, isso não teria acontecido com minha irmã", acrescentou.
De acordo com o depoimento de Rafi, uma estudante chamou-a ao último andar da escola, alegando que uma das suas amigas tinha sido alvo de agressões. Quando lá chegou deparou-se com quatro ou cinco pessoas - não conseguiu precisar - que usavam burcas e exigiram que esta retirasse as acusações contra o diretor. Rafi recusou-se. Perante a recusa, atearam-lhe fogo.
De acordo com o chefe da Central de Investigações da Polícia, Banaj Kumar Majumder, os responsáveis pelo ataque queriam fazer com que o homicídio parecesse um suicídio. O plano falhou, já que quando Rafi foi resgatada, após fugir do local, ainda conseguiu dar um depoimento, antes de morrer.

Assim que deu entrada numa unidade hospitalar, Rafi tinha queimaduras em 80% do corpo. O hospital para onde foi levada não tinha capacidade para responder às suas necessidades clínicas e, durante a transferência para outra unidade, Rafi gravou um testemunho no telemóvel do irmão.
"O professor tocou-me. Vou lutar contra esse crime até ao meu último suspiro", disse.



Desconhecidos assassinam criança e atiram corpo numa piscina em Maputo

O alerta terá sido dado nas redes sociais. Ryan Teixeira, 6 anos de idade, frequentava a primeira classe, desapareceu de casa numa manhã de quarta-feira e no sábado foi encontrado morto e o corpo a flutuar numa piscina, no Bairro três de Fevereiro na Cidade de Maputo. Um incidente que está a chocar o bairro. A mãe da criança suspeita que seu único filho tenha sido vítima de assassinato.
O menor terá sido visto pela última vez sentado numa rampa da casa onde vivia. A suspeita do crime recai aos inquilinos da casa onde a criança foi encontrada, pertencente a indivíduos de nacionalidade nigeriana, que segundo vizinhos desapareceram logo que registou-se o sumiço da criança e não atendem as chamada da vizinhança.
 
Berta é nome fictício de uma adolescente de 16 anos de idade, que várias vezes foi aliciada a entrar na casa dos suspeitos.

No bairro ninguém tem informação do que exatamente acontece na casa totalmente vedada. O que se sabe é que nas noites e madrugadas registava-se movimento de entrada e saída de carros e que de dia tudo ficava calmo. A avó do Ryan já vive o vazio deixado pela partida macabra do neto.
Os sonhos de Ryan foram interrompidos. Familiares e amigos estiveram este domingo no cemitério de Lhanguene onde foram depositados os restos mortais do pequeno Ryan. O caso já deu entrada ao serviço nacional de investigação criminal, SERNIC.

Quem Matou Mahamudo Amurane - Empreiteiro e vereador únicos acusados pelo assassinato


Já está no Tribunal Judicial da Província de Nampula a acusação de homicídio contra o empreiteiro e o vereador que estiveram na companhia de Mahamudo Amurane nos momentos que antecederam ao seu bárbaro assassinato em 2017.

Após cerca de 1 ano de instrução preparatória o Ministério Público remeteu ao tribunal, a 15 de Fevereiro deste ano, a acusação contra dois arguidos, em liberdade, que julga serem os responsáveis pela morte a tiro do Presidente do Concelho Municipal da Cidade de Nampula.
Segundo a Informação que a Procuradora-Geral da República vai prestar nos próximos dias na Assembleia da República, e que o @Verdade teve acesso, Amurane foi assassinado com 4 tiros, disparados a curta distância pelas costas, cerca das 18h30 do dia 4 de Outubro de 2017 na sua residência particular no bairro Namutequeliua, na Cidade de Nampula.
Embora a PGR não nomeie quem são os dois arguidos do Processo nº 240/03/P/2018 o @Verdade apurou que tratam-se de Saide Ali, então vereador de Mercados e Feiras no Concelho Municipal da Cidade de Nampula, e de Zainar Abdul Satar, empreiteiro de construção civil. Os dois acusados tinham estado reunidos com Mahamudo Amurane até pouco tempo antes do assassinato.

Homem encontrado morto no Benfica em Maputo


Um indivíduo do sexo masculino foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira no bairro George Dimitrov, também conhecido por Benfica, na cidade de Maputo.

MAPUTO- Segundo fontes familiares, citadas pelo Jornal Notícias, supõe-se que a morte tenha ocorrido na noite de domingo, pois na noite do mesmo dia receberam uma chamada a partir do telefone da vítima informando que havia sido assassinado.

O corpo foi encontrado numa área desabitada, propriedade do Estado, onde já houve registo de várias execuções da mesma natureza.

Uma equipa dos Serviços de Investigação Criminal deslocou-se ao local da ocorrência para proceder à remoção do corpo.

Mulher mata sua filha com recurso a enxada

A Polícia da República de Moçambique (PRM), em Inhambane deteve uma jovem de 18 anos de idade que tirou a vida da sua propria filha três semanas, com recurso a uma enxada.
MAPUTO- O crime ocorreu em Zavala, e segundo a Polícia a mulher cometeu o mesmo porque o pai da menor se recusou a assumir a paternidade.
 

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