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Num momento em que o caso Chang está "quente", anunciou-se que o próprio Presidente Nyusi vai para a África do sul onde se encotra o Proprio M. Chang



O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, participa amanhã, em Pretória, na cerimónia de tomada de posse do Presidente da África do Sul, Matamela Cyril Ramaphosa, eleito nas sextas Eleições Gerais realizadas a 8 de Maio de 2019.


A deslocação do Chefe de Estado moçambicano àquele país surge em resposta ao convite formulado pelo seu homólogo sul-africano e visa também o aprofundamento das relações de amizade, solidariedade e cooperação entre os dois povos e países. 

Nesta deslocação, o Presidente Nyusi far-se-á acompanhar pela vice-ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Maria Manuela dos Santos Lucas; pelo alto-comissário da República de Moçambique junto da República da África do Sul, Paulino Macaringue, e por quadros da Presidência da República e de outras instituições do Estado.

FM

Americanos acabaram de conjurar ao governo da Africa do Sul, para enviar Chang para os EUA, para ser julgado pelos crimes, que tiveram como vítimas, cidadãos norte-americanos e roubou o governo Moçambicano em mais de 700 milhões de dólares



A Embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) em Pretória manifestou a sua indignação pela decisão da justiça sul-africana, de extraditar Manuel Chang para Moçambique.


“A Embaixada dos Estados Unidos da América em Pretória tomou nota, com grande desapontamento, o comunicado de imprensa do Ministro da Justiça, Assuntos Correcionais, indicado que a Africa do Sul, apesar de ter recebido o nosso pedido formal de extradição, antes do pedido de Moçambique, decidiu extraditar o antigo Ministro das Finanças, Manuel Chang, para Moçambique.


"Apelamos ao governo da Africa do Sul, a enviar o Senhor Manuel Chang para os Estados Unidos, para ser julgado pelos alegados crimes de que é acusado, que tiveram como vítimas, cidadãos norte-americanos e roubou o governo moçambicano em mais de 700 milhões de dólares” indica a diplomacia norte-americana em Pretória, através de um comunicado que tivemos acesso.

opais

Americanos acabaram de conjurar ao governo da Africa do Sul, para enviar Chang para os EUA, para ser julgado pelos crimes, que tiveram como vítimas, cidadãos norte-americanos e roubou o governo.

Ministro sul-africano da Justiça tomou a sua decisão, Manuel Chang será extraditado para Moçambique


O antigo ministro das Finanças, Manuel Chang, vai ser extraditado para Moçambique. A decisão foi tomada nesta terça-feira pelo Ministro sul-africano da Justiça, Michael Masutha. segundo informacoes de ultima hora pelo jornal O pais.



Caso ele não decidisse o assunto antes do dia 25, ele passaria às mãos do próximo ministro da Justiça, a ser nomeado pelo novo presidente da África do Sul.

Tanto os Estados Unidos quanto as autoridades judiciais moçambicanas entraram com processos judiciais contra Chang em conexão com o escândalo da "dívida oculta" de US $ 2,2 bilhões.


Manuel Chang foi detido na África do Sul desde o final do ano passado, a pedido de um tribunal dos EUA que o acusa de crimes financeiros no contexto das dívidas não declaradas em questão.

Tribunal sul-africano nega caução a moçambicanos detidos com cornos de rinoceronte

O Tribunal Sul-Africano de Belfast recusou hoje libertar sob caução dois moçambicanos detidos na África do Sul depois de serem flagrados pela polícia com dois cornos de rinoceronte enquanto faziam o trajecto Maputo/Joanesburgo.
 
Trata-se de Alberto Ernesto Nharreluga, de 46 anos de idade e Ernesto Alberto Nharreluga de 26 anos, pai e filho. Foram detidos ao longo da Estrada Nacional Número Quatro, entre Alzu e Wonderfontein, província de Mpumalanga.
 
Os dois cidadãos nacionais faziam-se transportar numa viatura de marca Toyota Ractis, cinza, com a chapa de inscrição AGK 801 MP. Pareciam viajantes normais mas contrariamente ao que se poderia pensar transportavam produtos proibidos. O processo 65/4/2019 foi levado esta terça-feira a legalização por um juiz. Os arguidos, defendidos por advogados sul-africanos, pediram que lhes fosse concedida liberdade condicional mediante pagamento de caução mas a justiça recusou.
 
“Eles foram presentes hoje a um tribunal em Belfast, onde foi legalizada a detenção. Eles apresentaram um pedido de caução que foi recusado. E para permitir mais investigações, a sessão de julgamento foi adiada e vai ser retomada no dia 30 de Abril”, confirmou o Cônsul de Moçambique na cidade sul-africana de Nelspruit, Artur Veríssimo.
 
E até o dia 30 de Abril espera-se que os advogados sul-africanos dos dois arguidos já tenham mais elementos para a audição. Os serviços consulares moçambicanos garantem acompanhar tudo de perto.
 
“Cometeram crime cá e vão ser julgamento em território sul-africano. Até o dia 30 teremos mais dados e o consulado acionará todos os meios necessários para garantir a devida assistência consular, afinal são cidadãos moçambicanos”, garantiu.


Extradição de Manuel Chang depende da política interna sul-africana?


A decisão sobre a extradição para Moçambique ou para os EUA do ex-ministro moçambicano das Finanças, Manuel Chang, poderá ser conhecida só depois das eleições gerais de maio na África do Sul, considera analista.
A decisão sobre a extradição do ex-ministro das Finanças de Moçambique, Manuel Chang, poderá estar dependente do próximo xadrez governativo sul-africano a ser definido nas eleições de 9 de maio, entende André Thomashausen. O especialista em direito internacional lembra que a atual ministra das Relações Internacionais, próxima à facção do ex-Presidente Jacob Zuma, já mostrou que tende pela extradição para Moçambique.
Caso Lindiwe Sisulo fique fora do próximo Governo abre-se a possibilidade de os ventos soprarem para outra direção. Falamos sobre o caso Manuel Chang com André Thomashausen, especialista alemão em direito internacional e professor na Universidade da África do Sul (Unisa).
DW África: A defesa de Manuel Chang dá sinais de querer arrastar esta fase de audição. A que se deve esta estratégia?
André Thomashausen (AT): A outra estratégia é de tentar arrastar o processo aqui na África do Sul para evitar a todo o custo que o senhor Chang venha estar presente perante um juiz americano e que depois, muito provavelmente, teria que escolher entre uma longa sentença ou uma estratégia de cooperação e que iria entregar às autoridades americanas os segredos que sabe e que é o que na verdade interessa aos americanos. A pessoa do senhor Chang não deve interessar muito aos EUA, mas a verdade daquilo que aconteceu com o dinheiro, isso sim.
DW África: Dado ao esforço que a defesa está a fazer para que Chang não seja extraditado para os EUA a delação premiada ou o plea bargain seria uma carta fora do baralho caso o ministro sul-africano da Justiça decida que Manuel Chang deve ser extraditado para esse país?
AT : Para os EUA sim. Aliás serão os americanos que vão oferecer as condições favoráveis, inclusive de permanência nos EUA num hotel com os cuidados que irá necessitar do ponto de vista da saúde…tudo isso, é um bocado atrativo para o senhor Chang, porque aqui na África do Sul estamos no começo do inverno e as instalações prisionais no país normalmente não têm aquecimento, a comida não é boa e as condições não são favoráveis. Aliás vê-se que o senhor Chang cada vez que aparece  no tribunal perdeu mais um bocado de peso e está mais deprimido e desgastado. É realmente uma escolha muito difícil que o senhor Chang terá de fazer, entre a sua lealdade para com a elite da FRELIMO e os seus próprios interesses, incluindo a sua saúde.
Extradição de Chang depende da política interna sul-africana?
DW Árica: Entretanto, o negociador da Privinvest já foi ouvido pela justiça norte-americana e prometeu cooperar. Caso Manuel Chang não queira cooperar chegaria numa posição de desvantagem?

AT: Sim, embora os gerentes da Privinvest tal como os responsáveis do Credit Suisse e convém lembrar que foi o vice-presidente do Credit Suisse quem assinou o empréstimo e no dia seguinte deixou o seu cargo naquela instituição bancária para precisamente assumir um outro na Privinvest, coisa muito incorreta e muito invulgar. Essa gente saberá uma parte da medalha, um parte da verdade, mas a outra também interessa muito, nomeadamente para se saber o que é que se fez ao dinheiro. Porque o dinheiro (dois mil milhões de dólares) desapareceu  e evidentemente que a grande finança internacional, o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o fisco americano não querem que isso se repita e que venha a ser um novo mau hábito em África. Portanto, aí naturalmente será o senhor Chang que poderá fornecer as informações, o que é que a elite moçambicana fez com todo esse dinheiro.
DW África: A decisão sobre a extradição está agora nas mãos do ministro sul-africano da Justiça. Há risco da decisão vir a ter um cunho político?


AT: Evidentemente que haverá pressões políticas e a ministra sul-africana das Relações Internacionais, a senhora Lindiwe Sisulo, indicou já há algumas semanas que para ela a preferência seria de dar prioridade à solidariedade entre países africanos e amigos, ou seja, resolver os assuntos africanos cá em África. E portanto, ela preferia que o senhor Manuel Chang regressasse a Moçambique e participasse nos possíveis processos. Agora, o ministro da Justiça tem a sua pasta e  tem a sua própria carreira política. É um ministro que foi nomeado pelo antigo Presidente Zuma, na altura foi uma pessoa da máxima confiança do Presidente e é uma pessoa muito ligada àquela facção do ANC (Congresso Nacional Africano) aqui na África do Sul que está claramente oposta à antiga facção de Thabo Mbeki e atualmente do Presidente Cyril Ramaphosa. São realmente dois partidos dentro de um partido e desta forma não se sabe se esse ministro da Justiça continuará a ocupar a pasta depois das eleições de 9 de maio, tal como muito provavelmente será o caso da ministra Lindiwe Sisulo, também no passado muito próxima do ex-Presidente Zuma. E é muito duvidoso que este assunto possa ser decidido dentro das próximas três semanas porque ainda resta saber se a defesa do senhor Chang vai ou não interpor recurso, dentro de duas semana. A decisão não poderá vir a tempo antes dessas eleições. Depois o baralho de cartas é capaz de ser muito diferente, dependendo também do resultado eleitoral. Se a equipa do Presidente Ramaphosa sair com um bom resultado e com muita força política, penso que é bastante provável que irá dar prioridade às boas relações com os EUA em vez de tentar fazer um favor a uma elite moçambicana já bastante gasta.

O Homem que foi ressuscitado dos mortos, morreu novamente


O Homem que foi ressuscitado dos mortos, morreu novamente

Brighton Elliot Moyo, o homem do Zimbabwe que ficou famoso por ser supostamente ressuscitado pelo Pastor Alph Lukau, ”morreu novamente” e desta vez para Deus!
Fontes confiáveis ​​dizem que Elliot morreu na semana passada em sua aldeia chamada St. Luke’s. Ele foi enterrado no sábado. Ele é sobrevivido por sua esposa e não teve filhos.
Seu estômago começou a inchar e não parou por três dias e no terceiro dia ele morreu”, disse um membro próximo da família.
Quando ele veio para o Alleluia Ministries International, houve relatos de que ele era HIV positivo e que ele tinha insuficiência renal e também tinha tuberculose.
Fonte:

 

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